Que o Pai abençoe a sua família, seu trabalho e seus relacionamentos neste novo ano!
Que o Filho continue a interceder por ti junto ao Pai e a confirmar amor, alegria, perdão e paz!
Que o Espírito manifeste a glória do Pai e do Filho na tua vida, renovando e transformando tudo para a glória de Deus!
Feliz 2014!
www.marcio-marques.blogspot.com / www.creioemjesuscristo.blogspot.com / www.creiologoconfesso.blogspot.com
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Chegamos aos 20.000 acessos no nosso Blog!
Obrigado a todos os amigos do Blog do Marcião!
No último dia de 2013 chegamos aos 20.000 acessos! Somente em dezembro foram mais de 10.000 acessos!
Um grande abraço!
Desejamos a todos um ótimo Réveillon e um excelente 2014!
No último dia de 2013 chegamos aos 20.000 acessos! Somente em dezembro foram mais de 10.000 acessos!
Um grande abraço!
Desejamos a todos um ótimo Réveillon e um excelente 2014!
Todos os dias são iguais ou há dias melhores que outros dias?
"Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos"(Romanos 14.5-9).
Todos os dias são iguais ou há dias melhores que outros dias?
Hoje é o ultimo dia de 2013. Será que este é um dia comum ou um dia especial?
Deus criou todas as coisas e criou com ciclos. Existe noite e dia; existem estações do ano; existe o próprio ano. Na vida fomos gerados, passando a ser crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos...
O dia, a semana, o mês, o ano, as estações, todos são ciclos que tem início e fim. É uma maneira que Deus se utiliza para nos ensinar sobre a vida e sobre coisas superiores. Tudo na vida está cheio de ciclos.
Este ano está terminando. Alguns pensam:
- "Por que foram os dias passados melhores do que estes?"(Eclesiastes 7.10b)
- "Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava!" (Jó 29.2);
- "Ah se eu pudesse começar tudo de novo!".
Mas estes não são bons pensamentos!
"Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim"(Eclesiastes 7.10).
Ora, "sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8.28). Já diria o salmista: "Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos" (Salmo 119.71).
Precisamos aprender com cada momento da vida, cada ciclo.
Por um lado, o último dia de dezembro não é melhor e nem pior que o primeiro dia de janeiro. A diferença está em amar a Deus, amarmos uns aos outros, nos amarmos e amarmos a criação de Deus. Os dias não são melhores ou piores; são diferentes. Alguns são mais alegres, outros mais tristes, mas em todos eles há proveito: "Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração" (Eclesiastes 7.2).
A diferença não está neste ou naquele dia. A diferença está em entender que os dias são diferentes uns dos outros por causa dos ciclos da nossa vida. Mas os dias diferentes podem ser melhores ou piores, de acordo com nossos valores e esperanças. Alguns querem viver no passado. Alguns querem viver o aqui e agora. Alguns querem viver de acordo com projeções irreais do futuro. A Bíblia nos ensina que devemos aprender com o passado e viver o presente à luz do futuro.
O passado, o presente e o futuro são importantes hoje.
Passado: "Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos"(Romanos 14.9).
Presente: "Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor" (Romanos 14.7-8).
Futuro: "Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça" (2Pedro 3.13).
Resumindo, o importante é conhecer o amor de Deus, que jamais nos abandonou por causa dos nossos pecados, mas continua nos amando, provando o seu amor por nós em Cristo. Cristo morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa salvação. Nisto está a nossa esperança. E Cristo viveu, morreu e ressuscitou para ser Senhor na vida de cada um de nós e de todos nós. Quem vive o amor de Deus e se entrega a Cristo tem uma vida cheia de esperança, de uma esperança viva. Uma esperança tão grande que nem mesmo a morte é capaz de matar, pois cremos no poder da sua ressurreição.
Feliz 2014. Que a fé, a esperança e o amor façam seus dias melhores, independente das circunstâncias!
Todos os dias são iguais ou há dias melhores que outros dias?
Hoje é o ultimo dia de 2013. Será que este é um dia comum ou um dia especial?
Deus criou todas as coisas e criou com ciclos. Existe noite e dia; existem estações do ano; existe o próprio ano. Na vida fomos gerados, passando a ser crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos...
O dia, a semana, o mês, o ano, as estações, todos são ciclos que tem início e fim. É uma maneira que Deus se utiliza para nos ensinar sobre a vida e sobre coisas superiores. Tudo na vida está cheio de ciclos.
Este ano está terminando. Alguns pensam:
- "Por que foram os dias passados melhores do que estes?"(Eclesiastes 7.10b)
- "Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava!" (Jó 29.2);
- "Ah se eu pudesse começar tudo de novo!".
Mas estes não são bons pensamentos!
"Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim"(Eclesiastes 7.10).
Ora, "sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8.28). Já diria o salmista: "Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos" (Salmo 119.71).
Precisamos aprender com cada momento da vida, cada ciclo.
Por um lado, o último dia de dezembro não é melhor e nem pior que o primeiro dia de janeiro. A diferença está em amar a Deus, amarmos uns aos outros, nos amarmos e amarmos a criação de Deus. Os dias não são melhores ou piores; são diferentes. Alguns são mais alegres, outros mais tristes, mas em todos eles há proveito: "Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração" (Eclesiastes 7.2).
A diferença não está neste ou naquele dia. A diferença está em entender que os dias são diferentes uns dos outros por causa dos ciclos da nossa vida. Mas os dias diferentes podem ser melhores ou piores, de acordo com nossos valores e esperanças. Alguns querem viver no passado. Alguns querem viver o aqui e agora. Alguns querem viver de acordo com projeções irreais do futuro. A Bíblia nos ensina que devemos aprender com o passado e viver o presente à luz do futuro.
O passado, o presente e o futuro são importantes hoje.
Passado: "Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos"(Romanos 14.9).
Presente: "Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor" (Romanos 14.7-8).
Futuro: "Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça" (2Pedro 3.13).
Resumindo, o importante é conhecer o amor de Deus, que jamais nos abandonou por causa dos nossos pecados, mas continua nos amando, provando o seu amor por nós em Cristo. Cristo morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa salvação. Nisto está a nossa esperança. E Cristo viveu, morreu e ressuscitou para ser Senhor na vida de cada um de nós e de todos nós. Quem vive o amor de Deus e se entrega a Cristo tem uma vida cheia de esperança, de uma esperança viva. Uma esperança tão grande que nem mesmo a morte é capaz de matar, pois cremos no poder da sua ressurreição.
Feliz 2014. Que a fé, a esperança e o amor façam seus dias melhores, independente das circunstâncias!
Não faça isso com a sua mulher!
A Bíblia não narra apenas histórias que são exemplo de justiça, amor e paz, mas também histórias em que há injustiça, ódio e conflitos, pois aprendemos tanto com os bons quanto com os maus exemplos. Hoje vamos trazer um vídeo que é um exemplo que não deve ser seguido. Não faça isso com a sua mulher/noiva/namorada/amiga/mãe/irmã. Mas, se fizer, envia o link prá gente (kkkkk).
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Lindos vídeos para o Natal
Aqueça o seu coração com lindos vídeos de Natal.
O vídeo abaixo é sobre a celebração do Natal todos os dias...
O vídeo abaixo é sobre a celebração do Natal todos os dias...
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Lentilha faz bem para a saúde?
Algumas pessoas tem o costume de comer lentilha no início do novo ano: alguns porque pensam fazer bem à saúde, alguns porque pensam que trará prosperidade financeira. Mas, afinal, lentilha faz bem para a saúde e traz prosperidade financeira, como acreditam alguns? Depende de como a comemos.
Como algumas pessoas gostam de começar o ano comendo lentilhas, gostaria de compartilhar com vocês a história de dois pratos de lentilhas bem diferentes. O primeiro teve uma ótima digestão. O segundo, uma indigestão crônica que durou muitos anos!
O primeiro prato de lentilhas foi comido pelo filósofo Diógenes de Sínope:
Estava Diógenes jantando seu costumeiro prato de lentilhas, quando Arístipos se aproximou. Arístipos, de Cirene, era também filósofo, adepto do prazer como único bem absoluto na vida. Para poder levar uma vida confortável, vivia sempre bajulando o Rei.
Disse, então, Arístipos a Diógenes:
- Se aprendesses a bajular o Rei, não precisarias reduzir tua alimentação a um prato de lentilhas.
Por sua vez, Diógenes retrucou:
- E tu, se tivesses aprendido a te satisfazeres sempre com um prato de lentilhas, não precisarias passar tua vida bajulando o Rei.
O segundo prato de lentilhas está narrado na Bíblia e foi comido por Esaú, filho de Jacó:
"Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura" (Gênesis 25.28-34).
Afinal, lentilha faz bem para a saúde?
Depende.
Diógenes de Sínope ensina que pode fazer bem, desde que seja comida com três Hs: Humildade, Honestidade e Honra.
Esaú, filho de Jacó, ensina que lentilha pode fazer muito mal, quando reduzimos a vida ao "aqui e agora" e desprezamos valores mais elevados.
Qual é o prato de lentilhas que você pretende comer?
Fonte das histórias:
Sobre o prato de lentilha de Diógenes de Sínope: http://www.oocities.org/athens/4539/diogenes.html
Sobre o prato de lentilha de Esaú: Bíblia Sagrada - tradução de João Ferreira de Almeida, versão revista e atualizada no Brasil (Sociedade Bíblica do Brasil).
Como algumas pessoas gostam de começar o ano comendo lentilhas, gostaria de compartilhar com vocês a história de dois pratos de lentilhas bem diferentes. O primeiro teve uma ótima digestão. O segundo, uma indigestão crônica que durou muitos anos!
O primeiro prato de lentilhas foi comido pelo filósofo Diógenes de Sínope:
Estava Diógenes jantando seu costumeiro prato de lentilhas, quando Arístipos se aproximou. Arístipos, de Cirene, era também filósofo, adepto do prazer como único bem absoluto na vida. Para poder levar uma vida confortável, vivia sempre bajulando o Rei.
Disse, então, Arístipos a Diógenes:
- Se aprendesses a bajular o Rei, não precisarias reduzir tua alimentação a um prato de lentilhas.
Por sua vez, Diógenes retrucou:
- E tu, se tivesses aprendido a te satisfazeres sempre com um prato de lentilhas, não precisarias passar tua vida bajulando o Rei.
O segundo prato de lentilhas está narrado na Bíblia e foi comido por Esaú, filho de Jacó:
"Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura" (Gênesis 25.28-34).
Afinal, lentilha faz bem para a saúde?
Depende.
Diógenes de Sínope ensina que pode fazer bem, desde que seja comida com três Hs: Humildade, Honestidade e Honra.
Esaú, filho de Jacó, ensina que lentilha pode fazer muito mal, quando reduzimos a vida ao "aqui e agora" e desprezamos valores mais elevados.
Qual é o prato de lentilhas que você pretende comer?
Fonte das histórias:
Sobre o prato de lentilha de Diógenes de Sínope: http://www.oocities.org/athens/4539/diogenes.html
Sobre o prato de lentilha de Esaú: Bíblia Sagrada - tradução de João Ferreira de Almeida, versão revista e atualizada no Brasil (Sociedade Bíblica do Brasil).
Lentilha faz bem para a saúde?
Lentilha faz bem para a saúde? Depende de como a comemos!
Como algumas pessoas gostam de começar o ano comendo lentilhas, gostaria de compartilhar com vocês a história de dois pratos de lentilhas bem diferentes. O primeiro teve uma ótima digestão. O segundo, uma indigestão crônica que durou muitos anos!
O primeiro prato de lentilhas foi comido pelo filósofo Diógenes de Sínope:
Estava Diógenes jantando seu costumeiro prato de lentilhas, quando Arístipos se aproximou. Arístipos, de Cirene, era também filósofo, adepto do prazer como único bem absoluto na vida. Para poder levar uma vida confortável, vivia sempre bajulando o Rei.
Disse, então, Arístipos a Diógenes:
- Se aprendesses a bajular o Rei, não precisarias reduzir tua alimentação a um prato de lentilhas.
Por sua vez, Diógenes retrucou:
- E tu, se tivesses aprendido a te satisfazeres sempre com um prato de lentilhas, não precisarias passar tua vida bajulando o Rei.
O segundo prato de lentilhas está narrado na Bíblia e foi comido por Esaú, filho de Jacó:
"Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura" (Gênesis 25.28-34).
Afinal, lentilha faz bem para a saúde?
Depende.
Diógenes de Sínope ensina que pode fazer bem, desde que seja comida com três Hs: Humildade, Honestidade e Honra.
Esaú, filho de Jacó, ensina que lentilha pode fazer muito mal, quando reduzimos a vida ao "aqui e agora" e desprezamos valores mais elevados.
Qual é o prato de lentilhas que você pretende comer?
Fonte das histórias:
Sobre o prato de lentilha de Diógenes de Sínope: http://www.oocities.org/athens/4539/diogenes.html
Sobre o prato de lentilha de Esaú: Bíblia Sagrada - tradução de João Ferreira de Almeida, versão revista e atualizada no Brasil (Sociedade Bíblica do Brasil).
Como algumas pessoas gostam de começar o ano comendo lentilhas, gostaria de compartilhar com vocês a história de dois pratos de lentilhas bem diferentes. O primeiro teve uma ótima digestão. O segundo, uma indigestão crônica que durou muitos anos!
O primeiro prato de lentilhas foi comido pelo filósofo Diógenes de Sínope:
Estava Diógenes jantando seu costumeiro prato de lentilhas, quando Arístipos se aproximou. Arístipos, de Cirene, era também filósofo, adepto do prazer como único bem absoluto na vida. Para poder levar uma vida confortável, vivia sempre bajulando o Rei.
Disse, então, Arístipos a Diógenes:
- Se aprendesses a bajular o Rei, não precisarias reduzir tua alimentação a um prato de lentilhas.
Por sua vez, Diógenes retrucou:
- E tu, se tivesses aprendido a te satisfazeres sempre com um prato de lentilhas, não precisarias passar tua vida bajulando o Rei.
O segundo prato de lentilhas está narrado na Bíblia e foi comido por Esaú, filho de Jacó:
"Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó. Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura" (Gênesis 25.28-34).
Afinal, lentilha faz bem para a saúde?
Depende.
Diógenes de Sínope ensina que pode fazer bem, desde que seja comida com três Hs: Humildade, Honestidade e Honra.
Esaú, filho de Jacó, ensina que lentilha pode fazer muito mal, quando reduzimos a vida ao "aqui e agora" e desprezamos valores mais elevados.
Qual é o prato de lentilhas que você pretende comer?
Fonte das histórias:
Sobre o prato de lentilha de Diógenes de Sínope: http://www.oocities.org/athens/4539/diogenes.html
Sobre o prato de lentilha de Esaú: Bíblia Sagrada - tradução de João Ferreira de Almeida, versão revista e atualizada no Brasil (Sociedade Bíblica do Brasil).
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Que Deus nos ajude para que não sejamos um povo chato!
Não viva reclamando...
Seja grato a Deus!
Fonte (presumida) do cartoon em inglês: http://www.irreligious.org/2013/10/funny-jesus-cartoon-found-jesus.html#.UreFB_RDuSo
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Tiradas da Letícia I - Chiquititas, beijos de mil reais e outras tiradas
A Letícia é "espirituosa".
Diálogo 1: Letícia, Cris e eu:
Um dia convidamos os amigos Carlito e Célia para dormir em casa. Fizemos uma proposta para a Letícia:
- Lelê, se o vô Carlito e a titia Célia dormirem no seu quarto, vamos te dar o DVD da Chiquititas.
Ao que ela, de imediato, responde:
- Então deixa dormirem cinco dias e assim vocês me dão os 5 DVDs!!!
Diálogo 2: Letícia, Cris e eu:
A Letícia deu um beijo na Cris, que disse:
- Letícia, seu beijo não tem preço!
Ao que a Letícia responde:
- Tem sim. Agora vou cobrar MIL REAIS!
Então eu perguntei:
- E quem não tem mil reais, Lelê?
Rapidamente ela responde:
- Fica sem beijo, ué!!!
Diálogo 3: Letícia e eu:
Lá vai uma tirada filosófico-teológica:
- Papai, pessoas boas nascem de pessoas más?
Diálogo 4: Letícia e nossa amiga Carine Cavalheiro
A Carine diz prá Letícia:
- Letícia, porque ontem tu dividiu tua pipoca comigo e hoje tu não quer dividir suas balas?
A Letícia responde:
- Porque pipoca vem de bastante e bala vem de pouquinho, por isso hoje você fica sem bala.
Diálogo 1: Letícia, Cris e eu:
Um dia convidamos os amigos Carlito e Célia para dormir em casa. Fizemos uma proposta para a Letícia:
- Lelê, se o vô Carlito e a titia Célia dormirem no seu quarto, vamos te dar o DVD da Chiquititas.
Ao que ela, de imediato, responde:
- Então deixa dormirem cinco dias e assim vocês me dão os 5 DVDs!!!
Diálogo 2: Letícia, Cris e eu:
A Letícia deu um beijo na Cris, que disse:
- Letícia, seu beijo não tem preço!
Ao que a Letícia responde:
- Tem sim. Agora vou cobrar MIL REAIS!
Então eu perguntei:
- E quem não tem mil reais, Lelê?
Rapidamente ela responde:
- Fica sem beijo, ué!!!
Diálogo 3: Letícia e eu:
Lá vai uma tirada filosófico-teológica:
- Papai, pessoas boas nascem de pessoas más?
Diálogo 4: Letícia e nossa amiga Carine Cavalheiro
A Carine diz prá Letícia:
- Letícia, porque ontem tu dividiu tua pipoca comigo e hoje tu não quer dividir suas balas?
A Letícia responde:
- Porque pipoca vem de bastante e bala vem de pouquinho, por isso hoje você fica sem bala.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O Paradoxo de Epicuro e o Tapeceiro
A Epicuro, filósofo grego, é atribuído o seguinte paradoxo teológico:
"Ou Deus quer eliminar o mal do mundo mas não pode; ou pode, mas não quer eliminá-lo; ou não pode e nem quer; ou pode e quer. Se quer e não pode é impotente; se pode e não quer, não nos ama; se não quer e nem pode, não é o Deus bom, e ademais é impotente; se pode e quer - e isto é o mais seguro -, então de onde vem o mal real e por que ele não o elimina?"
A questão é escatológica: Deus quer eliminar o mal do mundo - portanto Ele é bom. Deus pode eliminar o mal do mundo - portanto Ele é onipotente. E Deus conhece o mal do mundo e todas as outras coisas - portanto Ele é onisciente. Mas se Ele conhece, quer e pode eliminar o mal do mundo, porque Ele não o fez? Porque ainda não chegou a hora, mas Ele vai fazê-lo.
Você poderia perguntar: Mas porque ainda não chegou a hora? Bom, Ele é onisciente e sabe todas as coisas; nós não! Ele tem propósitos com a história, mas no fim, Ele cumprirá todos os seus propósitos de paz e de bem. Aos exilados na Babilônia, que estavam em confusão e sofrimento, Deus envia uma palavra: "Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais" (Jeremias 29.11).
No fim, ou seja, na consumação de todas as coisas, tudo ficará claro, como na música do tapeceiro:
"Tapeceiro / Grande artista / Vai fazendo o seu trabalho / Incansável, paciente /No seu tear.
Tapeceiro / Não se engana / Sabe o fim desde o começo / Trança voltas, mil desvios / Sem perder o fio.
Minha vida é obra de tapeçaria / É tecida de cores alergres e vivas / Que fazem contraste no meio das cores / Nubladas e tristes.
Se você olha do avesso / Nem imagina o desfecho / No fim das contas / Tudo se explica / Tudo se encaixa / Tudo coopera pro meu bem.
Quando se vê pelo lado certo / Muda-se logo a expressão do rosto / Obra de arte pra honra e glória / Do Tapeceiro.
Quando se vê pelo lado certo / Todas as cores da minha vida / Dignificam a Jesus Cristo / O Tapeceiro" (Stênio Marcius ).
Mas está chegando o dia em que aquela antiga promessa se cumprirá:
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho" (Apocalipse 21.1-7).
"Ou Deus quer eliminar o mal do mundo mas não pode; ou pode, mas não quer eliminá-lo; ou não pode e nem quer; ou pode e quer. Se quer e não pode é impotente; se pode e não quer, não nos ama; se não quer e nem pode, não é o Deus bom, e ademais é impotente; se pode e quer - e isto é o mais seguro -, então de onde vem o mal real e por que ele não o elimina?"
A questão é escatológica: Deus quer eliminar o mal do mundo - portanto Ele é bom. Deus pode eliminar o mal do mundo - portanto Ele é onipotente. E Deus conhece o mal do mundo e todas as outras coisas - portanto Ele é onisciente. Mas se Ele conhece, quer e pode eliminar o mal do mundo, porque Ele não o fez? Porque ainda não chegou a hora, mas Ele vai fazê-lo.
Você poderia perguntar: Mas porque ainda não chegou a hora? Bom, Ele é onisciente e sabe todas as coisas; nós não! Ele tem propósitos com a história, mas no fim, Ele cumprirá todos os seus propósitos de paz e de bem. Aos exilados na Babilônia, que estavam em confusão e sofrimento, Deus envia uma palavra: "Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais" (Jeremias 29.11).
No fim, ou seja, na consumação de todas as coisas, tudo ficará claro, como na música do tapeceiro:
"Tapeceiro / Grande artista / Vai fazendo o seu trabalho / Incansável, paciente /No seu tear.
Tapeceiro / Não se engana / Sabe o fim desde o começo / Trança voltas, mil desvios / Sem perder o fio.
Minha vida é obra de tapeçaria / É tecida de cores alergres e vivas / Que fazem contraste no meio das cores / Nubladas e tristes.
Se você olha do avesso / Nem imagina o desfecho / No fim das contas / Tudo se explica / Tudo se encaixa / Tudo coopera pro meu bem.
Quando se vê pelo lado certo / Muda-se logo a expressão do rosto / Obra de arte pra honra e glória / Do Tapeceiro.
Quando se vê pelo lado certo / Todas as cores da minha vida / Dignificam a Jesus Cristo / O Tapeceiro" (Stênio Marcius ).
Mas está chegando o dia em que aquela antiga promessa se cumprirá:
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho" (Apocalipse 21.1-7).
Está chegando o Natal...
O Natal está chegando. É uma das festas cristãs mais importantes: a celebração do nascimento do Sol da justiça, da vinda do Verbo de Deus, da encarnação do Filho de Deus. O Natal inspira amor, alegria e paz porque é uma festa que aponta para Jesus Cristo, o Senhor e Salvador, Aquele que veio nos livrar dos nossos pecados e nos conduzir a uma nova vida de justiça.
Mas o Natal é também época da manifestação dos chatos de plantão. "Ah, o Natal era uma festa pagã que foi cristianizada..."; "Cuidado, Jesus não nasceu em Dezembro...". Chatos!
A pecadora ungiu a Jesus com óleo (Lc 7.36-50). O chato pensa: "Que horror! Será que Jesus sabe como ela conseguiu este bálsamo precioso?" (v. 39). Chato hipócrita! O chato só consegue enxergar o pecado, mas é incapaz de contemplar o arrependimento e a contrição!
Os chatos só enxergam velas, comércio e doendes.
Os filhos de Deus simplesmente se alegram no amor, na paz, na esperança e no perdão!
FELIZ NATAL!
Mas o Natal é também época da manifestação dos chatos de plantão. "Ah, o Natal era uma festa pagã que foi cristianizada..."; "Cuidado, Jesus não nasceu em Dezembro...". Chatos!
A pecadora ungiu a Jesus com óleo (Lc 7.36-50). O chato pensa: "Que horror! Será que Jesus sabe como ela conseguiu este bálsamo precioso?" (v. 39). Chato hipócrita! O chato só consegue enxergar o pecado, mas é incapaz de contemplar o arrependimento e a contrição!
Os chatos só enxergam velas, comércio e doendes.
Os filhos de Deus simplesmente se alegram no amor, na paz, na esperança e no perdão!
FELIZ NATAL!
Eles habitam as nuvens!
Nasceu no dia 18 de Julho de 1918 Rolihlahla Madiba Mandela. Aos 7 anos foi estudar em uma escola cristã, na qual os professores davam "nomes cristãos" aos alunos, passando a ser chamado de Nelson Mandela. Foi batizado aos 9 anos na Igreja Metodista.
Nelson Mandela lutou durante décadas contra a política racista na África do Sul, na qual a minoria branca dominava com braço de ferro sobre a maioria negra - o regime segregacionista do Apartheid, sistema racista oficializado em 1948. Depois de cerca de 28 anos na prisão, foi libertado em 1989 e se tornou o primeiro presidente da África do Sul (de 10 de maio de 1994 – 14 de junho de 1999). Morreu no dia 05 de dezembro de 2013, aos 95 anos.
Recentemente o mundo celebrou os 50 anos do famoso discurso de Martin Luther King Jr. em favor dos direitos civis nos EUA. Hoje o mundo se volta para Nelson Mandela. O que pouca gente lembra é que Martin Luther King Jr. era pastor batista e que Nelson Mandela era Metodista. Ambos foram agraciados com o prêmio Nobel da Paz.
Em 1999, Mandela, ainda presidente da África do Sul, disse o seguinte em um dos seus discursos:
“Durante todos os anos de opressão e discriminação, a religião deu ao povo incontável determinação e o compromisso para resistir à desumanidade. Muitos extraíram da religião a coragem para sobreviver à dor (...). Nós recordamos como os organismos religiosos foram responsáveis pela instrução dos milhões de africanos do sul quando o governo nos negou. Nós recordamos como durante nossos anos na prisão a nossa igreja e outras comunidades religiosas nos atenderam, trazendo o cuidado e o incentivo espirituais através dos capelães que nos visitaram; e importando-se com nossas famílias quando nós não podíamos assisti-las” (fonte: http://www.metodista.br/fateo/noticias/no-dia-internacional-nelson-mandela-homenagens-resistencia-e-esperanca ).
Em 1999, Mandela, ainda presidente da África do Sul, disse o seguinte em um dos seus discursos:
“Durante todos os anos de opressão e discriminação, a religião deu ao povo incontável determinação e o compromisso para resistir à desumanidade. Muitos extraíram da religião a coragem para sobreviver à dor (...). Nós recordamos como os organismos religiosos foram responsáveis pela instrução dos milhões de africanos do sul quando o governo nos negou. Nós recordamos como durante nossos anos na prisão a nossa igreja e outras comunidades religiosas nos atenderam, trazendo o cuidado e o incentivo espirituais através dos capelães que nos visitaram; e importando-se com nossas famílias quando nós não podíamos assisti-las” (fonte: http://www.metodista.br/fateo/noticias/no-dia-internacional-nelson-mandela-homenagens-resistencia-e-esperanca ).
Hebreus 12.1-3 diz o seguinte:
"Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma".
Nelson Mandela e Martin Luther King Jr. habitam as nuvens, esta tão grande nuvem de testemunhas de Cristo, que os inspira. Que Nelson Mandela, Martin Luther King Jr. e, antes de tudo e principalmente, Jesus Cristo, continuem a inspirar homens e mulheres a lutar contra a opressão e a violência.
A Oração do "Pai Nosso"
Jesus ensinou os seus discípulos a orar, através de uma oração modelo. Jesus disse:
"Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal!" (Mateus 6.9-13).
Algumas lições fundamentais sobre a vida e a oração:
1) Invocação: "Pai nosso, que estás nos céus".
Deus é Pai. É nosso Pai e não apenas meu. É um Pai amoroso, que cuida de mim e dos meus irmãos muito melhor que eu cuido dos meus filhos. Ele é um Pai protetor, mas não é super protetor, pois nos ensina a viver uma vida justa e responsável, pela Sua graça. É um Pai que nos conduz à maturidade, na comunhão do seu povo. Temos uma grande família!
O Pai está nos céus. Está acima de nós, de todos os poderes, circunstâncias e situações. Mas não é um Pai distante: Ele se faz presente em Cristo, o Emanuel (Deus conosco) e através do Seu Espírito, que habita em nós. Ele está nos céus porque está acima de todas as coisas, pois é o Todo-Poderoso, mas se faz presente na nossa vida e nos ajuda nas nossas fraquezas e fragilidades (cf. Sl 113). O Pai nosso está nos céus também para ficar claro a nossa situação diante de Deus: Ele é Deus, nós não! Nós devemos servi-lo.
2) Três Pedidos: Oração como meio de conhecimento e submissão a vontade de Deus.
Jesus nos ensina a buscar a glória de Deus ("santificado seja o teu nome"), a viver debaixo do senhorio de Deus ("venha o teu reino") e a buscar viver a vontade de Deus - e não necessariamente a nossa própria vontade egoísta. Os três primeiros pedidos apontam para a glória, o senhorio e a vontade de Deus! Em outras palavras, oração não deve ser meio de tentar convencer a Deus de que o que queremos é importante e muito menos de fazer barganha com Deus, mas sim de nos conformarmos com a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita. Oração deve conduzir à glória de Deus, à obediência e submissão a Deus!
3) Um Pedido: Oração como desintoxicação do consumismo.
Jesus faz um único pedido material: "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje". Nossas orações as vezes parecem listas de supermercado... Devemos aprender a viver contentes com as boas dádivas de Deus (cf. 1Tm 6.8). Não há nada errado em querer avançar e progredir. O errado é não sermos gratos pelo que já temos! Temos o pão de cada dia? Sejamos gratos. Não precisamos de tantas coisas para alcançar a felicidade. Precisamos aprender a encontrar alegria em Deus! A verdadeira alegria está nos relacionamentos saudáveis com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com a criação de Deus. As coisas (bens) muitas vezes mais atrapalham que ajudam!
4) Três Pedidos: Oração como busca de relacionamentos saudáveis.
Jesus ora: " e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal".
Os três últimos pedidos dizem respeito aos nossos relacionamentos Deus e com o próximo.
Jesus ora por perdão. Ele nunca pecou, mas nós sim! E o perdão com o qual somos contemplados deve transbordar e alcançar aqueles que nos ofenderam. Se Deus nos perdoa uma dívida impagável, como não perdoaríamos as dívidas daqueles que nos ofenderam (Mt 18.23-30)? O ódio, a mágoa e o ressentimento nos prendem àqueles que nos ofenderam. Perdoar é libertar-se! Só podemos nos libertar através do perdão, que Jesus veio trazer de forma tão linda, plena e completa!
Jesus ora para que não venhamos cair em tentação. Ele foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado. Ele pode nos socorrer (Hb 4.15-16)!
Jesus ora para que sejamos livres mal - ou do maligno. Ele veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
A oração do "Pai Nosso" é uma oração modelo. Precisamos aprender a orar, a buscar a glória de Deus, a viver contentes com as boas dádivas que Deus derrama sobre nós e a cultivar relacionamentos saudáveis.
Que Deus nos ajude e nos abençoe, para a Sua Glória.
"Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal!" (Mateus 6.9-13).
Algumas lições fundamentais sobre a vida e a oração:
1) Invocação: "Pai nosso, que estás nos céus".
Deus é Pai. É nosso Pai e não apenas meu. É um Pai amoroso, que cuida de mim e dos meus irmãos muito melhor que eu cuido dos meus filhos. Ele é um Pai protetor, mas não é super protetor, pois nos ensina a viver uma vida justa e responsável, pela Sua graça. É um Pai que nos conduz à maturidade, na comunhão do seu povo. Temos uma grande família!
O Pai está nos céus. Está acima de nós, de todos os poderes, circunstâncias e situações. Mas não é um Pai distante: Ele se faz presente em Cristo, o Emanuel (Deus conosco) e através do Seu Espírito, que habita em nós. Ele está nos céus porque está acima de todas as coisas, pois é o Todo-Poderoso, mas se faz presente na nossa vida e nos ajuda nas nossas fraquezas e fragilidades (cf. Sl 113). O Pai nosso está nos céus também para ficar claro a nossa situação diante de Deus: Ele é Deus, nós não! Nós devemos servi-lo.
2) Três Pedidos: Oração como meio de conhecimento e submissão a vontade de Deus.
Jesus nos ensina a buscar a glória de Deus ("santificado seja o teu nome"), a viver debaixo do senhorio de Deus ("venha o teu reino") e a buscar viver a vontade de Deus - e não necessariamente a nossa própria vontade egoísta. Os três primeiros pedidos apontam para a glória, o senhorio e a vontade de Deus! Em outras palavras, oração não deve ser meio de tentar convencer a Deus de que o que queremos é importante e muito menos de fazer barganha com Deus, mas sim de nos conformarmos com a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita. Oração deve conduzir à glória de Deus, à obediência e submissão a Deus!
3) Um Pedido: Oração como desintoxicação do consumismo.
Jesus faz um único pedido material: "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje". Nossas orações as vezes parecem listas de supermercado... Devemos aprender a viver contentes com as boas dádivas de Deus (cf. 1Tm 6.8). Não há nada errado em querer avançar e progredir. O errado é não sermos gratos pelo que já temos! Temos o pão de cada dia? Sejamos gratos. Não precisamos de tantas coisas para alcançar a felicidade. Precisamos aprender a encontrar alegria em Deus! A verdadeira alegria está nos relacionamentos saudáveis com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com a criação de Deus. As coisas (bens) muitas vezes mais atrapalham que ajudam!
4) Três Pedidos: Oração como busca de relacionamentos saudáveis.
Jesus ora: " e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal".
Os três últimos pedidos dizem respeito aos nossos relacionamentos Deus e com o próximo.
Jesus ora por perdão. Ele nunca pecou, mas nós sim! E o perdão com o qual somos contemplados deve transbordar e alcançar aqueles que nos ofenderam. Se Deus nos perdoa uma dívida impagável, como não perdoaríamos as dívidas daqueles que nos ofenderam (Mt 18.23-30)? O ódio, a mágoa e o ressentimento nos prendem àqueles que nos ofenderam. Perdoar é libertar-se! Só podemos nos libertar através do perdão, que Jesus veio trazer de forma tão linda, plena e completa!
Jesus ora para que não venhamos cair em tentação. Ele foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado. Ele pode nos socorrer (Hb 4.15-16)!
Jesus ora para que sejamos livres mal - ou do maligno. Ele veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
A oração do "Pai Nosso" é uma oração modelo. Precisamos aprender a orar, a buscar a glória de Deus, a viver contentes com as boas dádivas que Deus derrama sobre nós e a cultivar relacionamentos saudáveis.
Que Deus nos ajude e nos abençoe, para a Sua Glória.
sábado, 30 de novembro de 2013
É hora de julgar o "Mensalão do PSBD"!!!
Assista o vídeo: "STF segura ação cível do mensalão mineiro".
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A Ideologia produz cegueira - total ou parcial
Um fenômeno que tenho observado com interesse há um bom tempo é o seguinte: por que é tão difícil enxergar a manipulação de falsos líderes?
De modo geral, a ideologia produz cegueira! Já percebeu como tem "líder" religioso por aí manipulando, enganando, e os fiéis não enxergam? Como pode um fiel não enxergar a desonestidade de alguns líderes? Precisamos sempre lembrar que crime é crime, independente de quem o cometeu. Pedofilia, estelionato, corrupção ou roubo cometido por um pastor, um bispo, uma freira ou um padre não é menos crime que o cometido por um ateu. Nem mais. Crime é crime.
Até aqui você concorda. Certo?
Pois bem, concorda porque é com o outro. A pergunta que eu gostaria de fazer para você é: qual é a SUA ideologia?
Tenho acompanhado, por exemplo, o caso do mensalão do PT. José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares e todos os demais integrantes do mensalão são apresentados pelos petistas como "mártires". Ideologia. Frequentemente evoca-se a história gloriosa de conquistas pelos heróis da própria ideologia. Ok. Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: Um passado glorioso dá o direito de cometer crimes? De comprar votos de parlamentares? De enriquecer com dinheiro público ou com dinheiro privado a custa do interesse público?
Ideologia produz cegueira. Inclusive a sua. Inclusive a minha.
A justiça, ao menos alguma, foi feita em relação aos mensaleiros do PT. Só espero que o STF não se esqueça dos mensaleiros do PSDB e de muitos outros casos semelhantes. Espero que não saiamos por aí fazendo justiça apenas àqueles que não tem a nossa ideologia!
A justiça, ao menos alguma, foi feita em relação aos mensaleiros do PT. Só espero que o STF não se esqueça dos mensaleiros do PSDB e de muitos outros casos semelhantes. Espero que não saiamos por aí fazendo justiça apenas àqueles que não tem a nossa ideologia!
Tenho encontrado em Cristo um verdadeiro colírio contra a cegueira ideológica. Ele mesmo nos ensina que, ao lado de bons líderes, há falsos profetas (Mateus 7.15-23). Não idolatre seus líderes. Adoração é devida apenas a Deus! Abaixo de Deus, todos pecaram e estão sujeitos a erros. Inclusive seus companheiros de ideologia. Inclusive os meus companheiros de ideologia.
A Bíblia ensina que "todos pecaram". Em outras palavras, TODOS, independente de ideologia, estão sujeitos a erros.
"Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te".(Apocalipse 3.18-19).
Vejam o que este padre fez!
Primeiro, assista o vídeo.
Assistiu?
Em primeiro lugar, parabéns ao padre. Parabéns pela iniciativa e por dizer o que disse. Mas, assistindo o vídeo, ao final, o padre sai e uma pessoa procura falar com ele, então ele continua caminhando e não para.
Um dos maiores problemas da igreja hoje é falta de comunhão! A fé se tornou algo impessoal. Precisamos de comunhão uns com os outros!
Precisamos ir e anunciar o Evangelho! Precisamos parar para ter comunhão e desenvolver relacionamentos saudáveis! Precisamos resgatar a comunhão de casa em casa, sem perder a comunhão das grandes reuniões (Atos 2.46).
Assistiu?
Em primeiro lugar, parabéns ao padre. Parabéns pela iniciativa e por dizer o que disse. Mas, assistindo o vídeo, ao final, o padre sai e uma pessoa procura falar com ele, então ele continua caminhando e não para.
Um dos maiores problemas da igreja hoje é falta de comunhão! A fé se tornou algo impessoal. Precisamos de comunhão uns com os outros!
Precisamos ir e anunciar o Evangelho! Precisamos parar para ter comunhão e desenvolver relacionamentos saudáveis! Precisamos resgatar a comunhão de casa em casa, sem perder a comunhão das grandes reuniões (Atos 2.46).
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Ausência
Amigos, me perdoem a ausência no Blog. Tenho andado ocupado com assuntos urgentes... Deus é bom e renova a alegria e o entusiasmo no nosso coração para servi-lo a cada dia...
Um grande abraço.
Um grande abraço.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Fé faz bem!
A Revista Superinteressante de novembro de 2013 traz a matéria de capa com o seguinte título de: "Fé Faz Bem". Na descrição da matéria ela afirma: "É a ciência que está dizendo: quem crê em algo acima de si vive mais, ganha melhor e é mais feliz. Saiba como se beneficiar disso, com religião ou sem".
Entre outras coisas, a matéria afirma que:
- "Dezenas de estudos mostram que fiéis são mais felizes, vivem mais e são mais agradáveis" (p. 41);
- Há um grande número de pesquisas que apontam para a relação da prática religiosa e uma vida mais saudável;
- "Hoje, as principais faculdades de medicina americanas (EUA) dedicam uma disciplina exclusiva ao assunto" (saúde de pessoas religiosas - p. 42);
- Segundo uma das maiores pesquisas sobre o assunto, "quem frequenta cultos religiosos pelo menos uma vez por semana tem 29% mais chances de aumentar seus anos de vida em relação àqueles que não frequentam. (...) Os entrevistados que são religiosos apresentaram um comprometimento maior com a própria saúde... bebiam e fumavam menos. (...) Adultos que não consideram religião importante em suas vidas consomem muito mais álcool e drogas do que os que os que acham os credos relevantes" (p. 42);
- Segundo alguns pesquisadores, os religiosos tem um maior "domínio próprio" (p. 42);
- "Quem acredita em Deus tem 3 vezes mais chance de sobreviver após um transplante de fígado" (p. 43);
- Entre pessoas que consideram sua saúde excelente, 25% são ateus e 40% membros de grupos religiosos (p. 43);
- "Pessoas que vão a cultos religiosos pelo menos uma vez por semana têm 40% menos prevalência de hipertensão que aquelas que não seguem uma religião" (p. 43).
Outro dado curioso, que me supreendeu, foi o seguinte: "Religiosos são 2 a 3 vezes mais propensos a participar ativamente da vida pública" (p. 45).
Religiosos são mais saudáveis, felizes e menos sujeitos a vícios.
A matéria busca, no final, diminuir os benefícios da religião e dar uma ultima tentativa cética de desqualificar a fé, afirmando que, no fim das contas, a religião não é mesmo importante, desde que a pessoa tenha (citando o falecido Orkut) "um lado espiritual independente de religião".
A conclusão me parece óbvia: o ser humano não é apenas um ser social por natureza, mas é também um ser religioso. E o impulso religioso é o testemunho de que Deus nos criou para a comunhão com Ele. Não há vida verdadeiramente plena sem uma fé saudável.
Encerro com as palavras de um Salmo muito conhecido:
"Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado! Pelo contrário, o prazer deles está na lei do SENHOR, e nessa lei eles meditam dia e noite. Essas pessoas são como árvores que crescem na beira de um riacho; elas dão frutas no tempo certo, e as suas folhas não murcham. Assim também tudo o que essas pessoas fazem dá certo". (Salmo 1.1-3).
Não confie nos seus olhos!
"Andamos por fé e não pelo que vemos" (2Coríntios 5.7).
Há boas razões para isso. Nossos olhos nos enganam!
domingo, 29 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Feliciano, beijo lésbico e polícia
Foi realizado entre os dias 06 a 15 de Setembro na cidade de São Sebastião (SP), na Praça de Eventos do município, em circuito fechado, o evento evangélico ("gospel") "Glorifica Litoral", com a presença de pastores como R. R. Soares, Marco Feliciano, Flamarion Rolando, entre outros.
No dia 15/09, no encerramento do evento, duas jovens de sutiãs se beijaram quando o pastor Marco Feliciano se preparava para pregar. As jovens receberam voz de prisão no local.
É um absurdo o que as duas jovens fizeram. Elas participaram de um evento religioso, em circuito fechado, para desrespeitar a fé alheia. Elas tem todo o direito de divergir religiosa e ideologicamente dos organizadores e participantes do evento. Mas não de fazer o que fizeram.
Fiquei impressionado quando li matéria no Portal da Globo.com sobre o episódio (bom, para ser sincero, em se tratando do Portal da Globo.com, nem fiquei tão impressionado assim...). O título da matéria: "Jovens são agredidas após se beijarem em culto de Feliciano". A matéria procura apresentar as jovens como mártires! As agressoras se tornaram vítimas!
O artigo usou frases e expressões como as seguintes, que citamos com comentários:
- "Jovens são agredidas após se beijarem em culto de Feliciano".
Ok. Há provas de que foram agredidas? Sou contra a violência, mesmo contra pessoas mal intencionadas que querem criar confusão. Mas se fossem dois torcedores corinthianos gritando no meio da torcida do palmeiras, acho que receberiam flores! Quero ver se elas tem coragem mesmo para dar um beijasso em Meca, mesmo fora do Ramadã! O fato de se beijarem num evento como aquele já demonstra que o que elas queriam era mesmo desrespeito (pelos outros) e confusão! Alegar que sofreram violência não seria nenhuma surpresa. Outra coisa, o Portal da Globo.com afirmou que era um "culto do Feliciano". Na verdade o que estava acontecendo não era um culto, mas um "evento gospel", no qual são realizados shows de música religiosa e "palestras" - segundo o material de divulgação do evento (link ao final). Globo.com.manipulação!
- "Pastor e deputado federal acionou a polícia para expulsar jovens de evento".
Talvez a Globo.com tenha achado que se a organização do evento tivesse pedido com educação as jovens, cujas intenções eram claras, iriam se desculpar e sair educadamente!
- "Após terem sido removidas à força e algemadas por pelo menos seis guardas-civis municipais, por volta das 23h, as jovens foram encaminhadas para a delegacia. No caminho, elas afirmam que foram agredidas pelos guardas".
Bom, se as jovens foram encaminhadas para a delegacia e "afirmam" que foram agredidas pelos guardas, o evento não tem nada a ver com isso! Sobre o serem removidas a força, bem, já comentamos...
- "De acordo com a estudante Yunka Mihura, de 20 anos, também havia casais heterossexuais se beijando no local sem problema algum".
Yunka, por que você não faz um favor a todos e começa a postar no facebook e no YouTube as fotos de vídeos do pessoal se beijando no meio do show?
- Frase do advogado das jovens: "A gente sabe que existiam dois direitos em conflito: um é a liberdade de expressão e o outro a liberdade do ato religioso. Os dois direitos são constitucionais e estão previstos para que as pessoas possam fazê-los".
Ou seja, o advogado confessa que as jovens desrespeitaram a liberdade religiosa dos participantes e organizadores do evento!
- "Como o deputado Feliciano tem foro privilegiado, ações desse tipo acabam sendo encaminhadas para o Supremo Tribunal Federal, para só depois chegarem ao político".
O advogado das jovens disse que "vai entrar com uma representação contra o deputado nesta segunda-feira". A matéria, publicada no portal no dia 16/09/2013 (segunda-feira), já está pedindo a cabeça do deputado Marco Feliciano, ao invés dos organizadores do evento! Aliás, querer a prisão dos organizadores do evento já seria um absurdo! Quer você goste ou não do "Glorifica Litoral", os organizadores e participantes é que foram desrespeitados!
Independente de religião ou ideologia política, o que as duas jovens fizeram foi, no mínimo, uma profunda falta de respeito. E como diria a própria Nany People em entrevista recente (05/09/2013) no Programa Agora é Tarde, "direito você não exige; você conquista".
Sou protestante, mas acho que "pastores" como Marco Feliciano, R. R. Soares, Edir Macedo, etc. prestam um desserviço as igrejas evangélicas. Mas o fato de eu não gostar do Marco Feliciano não significa que devamos aprovar injustiças contra ele.
Uma última observação: é necessário que dinheiro público deixe de patrocinar eventos e cultos religiosos. Chega de dinheiro público para construir imagens de santos, eventos gospel, marcha para Jesus... Esse tipo de coisa só favorece os mercenários, os falsos pastores, aqueles que querem fazer da Palavra de Deus mercadoria!
Fontes:
http://www.saosebastiao.sp.gov.br/finaltemp/news.asp?ID=N23720131273
http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/09/jovens-sao-agredidas-apos-se-beijarem-em-culto-de-feliciano.html
http://www.agitavalegospel.com/index.php/mobile-eventos/545-glorifica-litoral-2013
http://www.youtube.com/watch?v=BHHJmrUDOkA
No dia 15/09, no encerramento do evento, duas jovens de sutiãs se beijaram quando o pastor Marco Feliciano se preparava para pregar. As jovens receberam voz de prisão no local.
É um absurdo o que as duas jovens fizeram. Elas participaram de um evento religioso, em circuito fechado, para desrespeitar a fé alheia. Elas tem todo o direito de divergir religiosa e ideologicamente dos organizadores e participantes do evento. Mas não de fazer o que fizeram.
Fiquei impressionado quando li matéria no Portal da Globo.com sobre o episódio (bom, para ser sincero, em se tratando do Portal da Globo.com, nem fiquei tão impressionado assim...). O título da matéria: "Jovens são agredidas após se beijarem em culto de Feliciano". A matéria procura apresentar as jovens como mártires! As agressoras se tornaram vítimas!
O artigo usou frases e expressões como as seguintes, que citamos com comentários:
- "Jovens são agredidas após se beijarem em culto de Feliciano".
Ok. Há provas de que foram agredidas? Sou contra a violência, mesmo contra pessoas mal intencionadas que querem criar confusão. Mas se fossem dois torcedores corinthianos gritando no meio da torcida do palmeiras, acho que receberiam flores! Quero ver se elas tem coragem mesmo para dar um beijasso em Meca, mesmo fora do Ramadã! O fato de se beijarem num evento como aquele já demonstra que o que elas queriam era mesmo desrespeito (pelos outros) e confusão! Alegar que sofreram violência não seria nenhuma surpresa. Outra coisa, o Portal da Globo.com afirmou que era um "culto do Feliciano". Na verdade o que estava acontecendo não era um culto, mas um "evento gospel", no qual são realizados shows de música religiosa e "palestras" - segundo o material de divulgação do evento (link ao final). Globo.com.manipulação!
- "Pastor e deputado federal acionou a polícia para expulsar jovens de evento".
Talvez a Globo.com tenha achado que se a organização do evento tivesse pedido com educação as jovens, cujas intenções eram claras, iriam se desculpar e sair educadamente!
- "Após terem sido removidas à força e algemadas por pelo menos seis guardas-civis municipais, por volta das 23h, as jovens foram encaminhadas para a delegacia. No caminho, elas afirmam que foram agredidas pelos guardas".
Bom, se as jovens foram encaminhadas para a delegacia e "afirmam" que foram agredidas pelos guardas, o evento não tem nada a ver com isso! Sobre o serem removidas a força, bem, já comentamos...
- "De acordo com a estudante Yunka Mihura, de 20 anos, também havia casais heterossexuais se beijando no local sem problema algum".
Yunka, por que você não faz um favor a todos e começa a postar no facebook e no YouTube as fotos de vídeos do pessoal se beijando no meio do show?
- Frase do advogado das jovens: "A gente sabe que existiam dois direitos em conflito: um é a liberdade de expressão e o outro a liberdade do ato religioso. Os dois direitos são constitucionais e estão previstos para que as pessoas possam fazê-los".
Ou seja, o advogado confessa que as jovens desrespeitaram a liberdade religiosa dos participantes e organizadores do evento!
- "Como o deputado Feliciano tem foro privilegiado, ações desse tipo acabam sendo encaminhadas para o Supremo Tribunal Federal, para só depois chegarem ao político".
O advogado das jovens disse que "vai entrar com uma representação contra o deputado nesta segunda-feira". A matéria, publicada no portal no dia 16/09/2013 (segunda-feira), já está pedindo a cabeça do deputado Marco Feliciano, ao invés dos organizadores do evento! Aliás, querer a prisão dos organizadores do evento já seria um absurdo! Quer você goste ou não do "Glorifica Litoral", os organizadores e participantes é que foram desrespeitados!
Independente de religião ou ideologia política, o que as duas jovens fizeram foi, no mínimo, uma profunda falta de respeito. E como diria a própria Nany People em entrevista recente (05/09/2013) no Programa Agora é Tarde, "direito você não exige; você conquista".
Sou protestante, mas acho que "pastores" como Marco Feliciano, R. R. Soares, Edir Macedo, etc. prestam um desserviço as igrejas evangélicas. Mas o fato de eu não gostar do Marco Feliciano não significa que devamos aprovar injustiças contra ele.
Uma última observação: é necessário que dinheiro público deixe de patrocinar eventos e cultos religiosos. Chega de dinheiro público para construir imagens de santos, eventos gospel, marcha para Jesus... Esse tipo de coisa só favorece os mercenários, os falsos pastores, aqueles que querem fazer da Palavra de Deus mercadoria!
Fontes:
http://www.saosebastiao.sp.gov.br/finaltemp/news.asp?ID=N23720131273
http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/09/jovens-sao-agredidas-apos-se-beijarem-em-culto-de-feliciano.html
http://www.agitavalegospel.com/index.php/mobile-eventos/545-glorifica-litoral-2013
http://www.youtube.com/watch?v=BHHJmrUDOkA
terça-feira, 10 de setembro de 2013
A cada quatro perseguidos religiosos no mundo, três são cristãos
A cada quatro pessoas perseguidas no mundo por causa da religião, três são cristãs. Essa foi a constatação de estudiosos que debateram a questão da perseguição às minorias cristãs no Egito, instaurada pelo presidente Mohamed Morsi, o primeiro eleito pelo voto popular direto e recentemente deposto pelos militares do país.
Abboud Soha, egípcio e doutor em estudos islâmicos, afirmou que “os fundamentalistas estão causando enormes prejuízos para os cristãos pois elevam à categoria de herói quem mata um cristão”.
O debate, segundo informações do Acontecer Cristiano, mostrou que a perseguição religiosa vem sendo mostrada em sua realidade no atual mundo globalizado. Um diácono da Igreja Perseguida na China – que não teve sua identidade revelada por questões de segurança - e o escritor cristão Daniel Arasa, completaram a mesa redonda.
O evento contou ainda com testemunhos de outros missionários que experimentaram a perseguição e vivenciaram o martírio de irmãos de fé.
“Três em cada quatro pessoas perseguidas no mundo são cristãs”, afirmou Javier Menéndez, moderador do debate. Em sua fala, Menéndez tratou de mostrar o lado humano dos perseguidos, dizendo que cada mártir tem um nome e um sobrenome.
O moderador ressaltou ainda que os três principais focos de perseguição a cristãos são o islamismo, o comunismo e o extremismo nacionalista.
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/mundo-quatro-pessoas-perseguidas-religiao-tres-cristas-58144.html
Abboud Soha, egípcio e doutor em estudos islâmicos, afirmou que “os fundamentalistas estão causando enormes prejuízos para os cristãos pois elevam à categoria de herói quem mata um cristão”.
O debate, segundo informações do Acontecer Cristiano, mostrou que a perseguição religiosa vem sendo mostrada em sua realidade no atual mundo globalizado. Um diácono da Igreja Perseguida na China – que não teve sua identidade revelada por questões de segurança - e o escritor cristão Daniel Arasa, completaram a mesa redonda.
O evento contou ainda com testemunhos de outros missionários que experimentaram a perseguição e vivenciaram o martírio de irmãos de fé.
“Três em cada quatro pessoas perseguidas no mundo são cristãs”, afirmou Javier Menéndez, moderador do debate. Em sua fala, Menéndez tratou de mostrar o lado humano dos perseguidos, dizendo que cada mártir tem um nome e um sobrenome.
O moderador ressaltou ainda que os três principais focos de perseguição a cristãos são o islamismo, o comunismo e o extremismo nacionalista.
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/mundo-quatro-pessoas-perseguidas-religiao-tres-cristas-58144.html
Cristãos são perseguidos por muçulmanos em meio à guerra civil na Síria
A guerra civil na Síria protagonizada por opositores ao presidente Bashar Al Assad e seus defensores tem sido noticiada pela imprensa mundial desde o início, e mais recentemente pelo iminente ataque dos Estados Unidos ao país, após a descoberta do uso de armas químicas por parte do governo contra a população.
Porém, a guerra como um todo esconde a perseguição aos cristãos do país feita pelos muçulmanos que se dividem entre pró e contra o governo.
Um vídeo publicado recentemente por um grupo islâmico mostra uma grande quantidade de Bíblias apreendidas pelos ativistas. O narrador do vídeo classifica o material como “mais perigoso que armas químicas”, e diz que a evangelização feita no país é uma espécie de manipulação, pois a estratégia dos cristãos é baseada em ajudas sociais: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”, diz o homem.
Uma legenda do material pede que a nação islâmica acorde para se prevenir à evangelização que vem sendo feita no país. De acordo com informações publicadas pelo WND, há rumores de que cristãos estão sendo sequestrados e executados no país por se recusarem a abandonar a fé e converter-se ao islamismo.
O jornal Daily Mail publicou o relato de um cristão que presenciou um dos ataques de intolerância religiosa: “Eu vi os militantes agarrando cinco moradores e ameaçando-os dizendo: ‘Ou você se converte ao islamismo, ou você vai ser decapitado’”.
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/siria-muculmanos-biblia-mais-perigosa-armas-quimicas-60373.html
Porém, a guerra como um todo esconde a perseguição aos cristãos do país feita pelos muçulmanos que se dividem entre pró e contra o governo.
Um vídeo publicado recentemente por um grupo islâmico mostra uma grande quantidade de Bíblias apreendidas pelos ativistas. O narrador do vídeo classifica o material como “mais perigoso que armas químicas”, e diz que a evangelização feita no país é uma espécie de manipulação, pois a estratégia dos cristãos é baseada em ajudas sociais: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”, diz o homem.
Uma legenda do material pede que a nação islâmica acorde para se prevenir à evangelização que vem sendo feita no país. De acordo com informações publicadas pelo WND, há rumores de que cristãos estão sendo sequestrados e executados no país por se recusarem a abandonar a fé e converter-se ao islamismo.
O jornal Daily Mail publicou o relato de um cristão que presenciou um dos ataques de intolerância religiosa: “Eu vi os militantes agarrando cinco moradores e ameaçando-os dizendo: ‘Ou você se converte ao islamismo, ou você vai ser decapitado’”.
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/siria-muculmanos-biblia-mais-perigosa-armas-quimicas-60373.html
Pastores assumidamente gays reconhecem a homossexualidade como pecado
As discussões sobre o casamento gay em todo o mundo levaram três pastores a assumirem sua orientação homossexual e ao mesmo tempo, defenderem o princípio de que o casamento representa a união entre um homem e uma mulher.
A polêmica se estabeleceu quando os pastores Sean Allberry, Sean Doherty, Ed Shaw organizaram uma publicação reconhecendo suas atrações por pessoas do mesmo sexo, e afirmando que isso não diminui sua plena confiança no Deus da Bíblia e na visão de que o casamento é a união de um homem e uma mulher.
O artigo A Different Kind of Coming Out (que pode ser traduzido como “Uma maneira diferente de sair do armário”) foi escrito pelos três, e explica que, apesar de sentirem atrações homossexuais, entendem que a postura da Bíblia – que define a prática como pecaminosa – continua sendo verdadeira.
Dois deles, Allberry e Shaw, optaram por uma vida de celibato, e Doherty vive o que definiu como “pós-homossexualidade”, pois se casou e se tornou pai de três crianças. Na entrevista à revista Cristianity (que também publicou o artigo), Allberry disse que eles três abriram mão da privacidade para marcar posição e ajudar outras pessoas a viverem conforme sua fé, sem transgredir a verdade bíblica.
Os três acreditam que a definição das Escrituras sobre a homossexualidade e o casamento heterossexual seja “inegociável”, e que por isso, querem ajudar outros cristãos na mesma situação deles.
“Eu continuo ouvindo comentários sobre como os evangélicos são ‘anti-gay’, mas eu ouço amigos evangélicos que estão começando a se desviar do Evangelho nesta questão. Nós três podemos falar a partir de uma perspectiva pessoal sobre o que significa viver com este problema. Da minha própria experiência, eu diria que Deus é bom e por isso a Sua palavra nem sempre é fácil, mas é boa”, disse Allberry.
Segundo Allberry, depois de ouvir um pregador dizer que “todos nós somos pecadores na área sexual”, ele passou a compreender que, como seres caídos, não seria sensato planejar toda uma vida a partir de sua orientação sexual.
O pastor ainda diz que é necessário abrir as portas para que os homossexuais sejam recebidos nas igrejas e possam ter suas vidas transformadas. “Eu não digo que para se tornar um cristão tem que sair primeiro da relação homossexual em que você está. Mas eu não vou esconder nada nas letras miúdas: o verdadeiro ensino de Cristo sobre a ética sexual. Eu não posso dizer que esta é uma questão secundária, pois a Bíblia fala com uma voz muito clara. parte da chamada de Jesus de que cada um de nós deve tomar a nossa cruz e segui-Lo”, disse.
Allberry reconhece suas fraquezas nessa área e diz que nem tudo se resume ao sexo: “Nós também demonstramos nosso amor para as pessoas que não têm sexo . Eu sou um homem com a sexualidade masculina celebrada, não reprimida, pelo meu celibato”.
O pastor afirma ainda que “um amigo homem pode se tornar uma espécie de atração”, e que separar as coisas é a parte mais complicada: “Eu tive que aprender da maneira mais difícil onde traçar a linha quando amizades tornaram-se um pouco intensas demais”.
Em sua franqueza, o pastor diz que o fato de saber que nunca será casado é complicado de aceitar: “Há uma parte de mim que gostaria de ser um marido e um pai. Eu vejo algumas famílias muito de perto, e eu posso ver o lado bom da vida em família. Mas em outros momentos você também percebe que nem tudo é um passeio no parque”, disse, usando uma metáfora para explicar que há dificuldades tanto no celibato quanto no casamento.
Fonte do texto:
http://noticias.gospelmais.com.br/pastores-gays-casamento-uniao-homem-mulher-59456.html
A polêmica se estabeleceu quando os pastores Sean Allberry, Sean Doherty, Ed Shaw organizaram uma publicação reconhecendo suas atrações por pessoas do mesmo sexo, e afirmando que isso não diminui sua plena confiança no Deus da Bíblia e na visão de que o casamento é a união de um homem e uma mulher.
O artigo A Different Kind of Coming Out (que pode ser traduzido como “Uma maneira diferente de sair do armário”) foi escrito pelos três, e explica que, apesar de sentirem atrações homossexuais, entendem que a postura da Bíblia – que define a prática como pecaminosa – continua sendo verdadeira.
Dois deles, Allberry e Shaw, optaram por uma vida de celibato, e Doherty vive o que definiu como “pós-homossexualidade”, pois se casou e se tornou pai de três crianças. Na entrevista à revista Cristianity (que também publicou o artigo), Allberry disse que eles três abriram mão da privacidade para marcar posição e ajudar outras pessoas a viverem conforme sua fé, sem transgredir a verdade bíblica.
Os três acreditam que a definição das Escrituras sobre a homossexualidade e o casamento heterossexual seja “inegociável”, e que por isso, querem ajudar outros cristãos na mesma situação deles.
“Eu continuo ouvindo comentários sobre como os evangélicos são ‘anti-gay’, mas eu ouço amigos evangélicos que estão começando a se desviar do Evangelho nesta questão. Nós três podemos falar a partir de uma perspectiva pessoal sobre o que significa viver com este problema. Da minha própria experiência, eu diria que Deus é bom e por isso a Sua palavra nem sempre é fácil, mas é boa”, disse Allberry.
Segundo Allberry, depois de ouvir um pregador dizer que “todos nós somos pecadores na área sexual”, ele passou a compreender que, como seres caídos, não seria sensato planejar toda uma vida a partir de sua orientação sexual.
O pastor ainda diz que é necessário abrir as portas para que os homossexuais sejam recebidos nas igrejas e possam ter suas vidas transformadas. “Eu não digo que para se tornar um cristão tem que sair primeiro da relação homossexual em que você está. Mas eu não vou esconder nada nas letras miúdas: o verdadeiro ensino de Cristo sobre a ética sexual. Eu não posso dizer que esta é uma questão secundária, pois a Bíblia fala com uma voz muito clara. parte da chamada de Jesus de que cada um de nós deve tomar a nossa cruz e segui-Lo”, disse.
Allberry reconhece suas fraquezas nessa área e diz que nem tudo se resume ao sexo: “Nós também demonstramos nosso amor para as pessoas que não têm sexo . Eu sou um homem com a sexualidade masculina celebrada, não reprimida, pelo meu celibato”.
O pastor afirma ainda que “um amigo homem pode se tornar uma espécie de atração”, e que separar as coisas é a parte mais complicada: “Eu tive que aprender da maneira mais difícil onde traçar a linha quando amizades tornaram-se um pouco intensas demais”.
Em sua franqueza, o pastor diz que o fato de saber que nunca será casado é complicado de aceitar: “Há uma parte de mim que gostaria de ser um marido e um pai. Eu vejo algumas famílias muito de perto, e eu posso ver o lado bom da vida em família. Mas em outros momentos você também percebe que nem tudo é um passeio no parque”, disse, usando uma metáfora para explicar que há dificuldades tanto no celibato quanto no casamento.
Fonte do texto:
http://noticias.gospelmais.com.br/pastores-gays-casamento-uniao-homem-mulher-59456.html
Foto da 1a Vara da Infância e Adolescência
(A imagem abaixo foi compartilhada pelo meu amigo Caiado Osowsky)
Fonte da imagem:
https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/249303_591569100886478_1294198436_n.jpg
http://www.grancursos.com.br
Fonte da imagem:
https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/249303_591569100886478_1294198436_n.jpg
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
Livro aponta as 10 profissões com maior incidência de psicopatas
Será que existe algum psicopata trabalhando neste momento ao seu lado? Um livro lançado nos Estado Unidos tenta jogar luz sobre esse tema e aponta, entre outras coisas, as profissões com maiores índices de psicopatia.
O psicólogo Kevin Dutton, autor do livro "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers" (A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers) afirma que a carreira com mais psicopatas é a de CEO (Diretor executivo ou diretor geral. Às vezes designado pelo estrangeirismo Chief executive officer, ou pela sigla CEO, em inglês). Advogados e comunicadores sociais completam o pódio. Mas a lista de dez mais tem ainda cirurgiões, policiais até os sacerdotes religiosos.
O livro aponta também a lista das profissões com menos psicopatas. Entre elas estão os agentes de saúde, enfermeiros, terapeutas e artistas em geral.
PROFISSÕES COM MAIS PSICOPATAS:
- CEO (Diretor executivo ou diretor geral);
- Advogado;
- Comunicação Social (rádio e TV);
- Comerciante;
- Cirurgião;
- Jornalista;
- Policial;
- Sacerdote Religioso;
- Chefe de Cozinha;
- Burocratas.
PROFISSÕES COM MENOS PSICOPATAS:
- Agente de Saúde;
- Enfermeiro;
- Terapeuta;
- Artesão;
- Esteticista e Cabeleireiro;
- Assistente Social;
- Professor;
- Artista;
- Clínico;
- Contador.
Fonte do texto: http://www.ditopelomaldito.com/2012/11/livro-aponta-as-10-profissoes-com-maior.html
Fonte da imagem: http://www.google.com.br/imgres?sa=G&hl=pt-BR&biw=910&bih=400&tbm=isch&tbnid=GolCSWbrLPcT3M:&imgrefurl=http://peetransito.com/index.php%3Foption%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D143&docid=cVa2huQhhrCkQM&imgurl=http://peetransito.com/images/stories/psicopata.jpg&w=312&h=451&ei=xHElUtyvLIb84AOu9YEQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:2,s:0,i:94&iact=rc&page=1&tbnh=188&tbnw=130&start=0&ndsp=13&tx=75&ty=41
Fonte da imagem: http://www.google.com.br/imgres?sa=G&hl=pt-BR&biw=910&bih=400&tbm=isch&tbnid=GolCSWbrLPcT3M:&imgrefurl=http://peetransito.com/index.php%3Foption%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D143&docid=cVa2huQhhrCkQM&imgurl=http://peetransito.com/images/stories/psicopata.jpg&w=312&h=451&ei=xHElUtyvLIb84AOu9YEQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:2,s:0,i:94&iact=rc&page=1&tbnh=188&tbnw=130&start=0&ndsp=13&tx=75&ty=41
Este post foi sugestão da minha amiga Isis Guarneri!
Livro aponta as 10 profissões com maior incidência de psicopatas
Este post foi sugestão da minha amiga Isis Guarneri! (Valeu, irmã!).
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Será que existe algum psicopata trabalhando neste momento ao seu lado? Um livro lançado nos Estado Unidos tenta jogar luz sobre esse tema e aponta, entre outras coisas, as profissões com maiores índices de psicopatia.
O psicólogo Kevin Dutton, autor do livro "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers" (A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers) afirma que a carreira com mais psicopatas é a de CEO (Diretor executivo ou diretor geral. Às vezes designado pelo estrangeirismo Chief executive officer, ou pela sigla CEO, em inglês). Advogados e comunicadores sociais completam o pódio. Mas a lista de dez mais tem ainda cirurgiões, policiais até os sacerdotes religiosos.
O livro aponta também a lista das profissões com menos psicopatas. Entre elas estão os agentes de saúde, enfermeiros, terapeutas e artistas em geral.
PROFISSÕES COM MAIS PSICOPATAS:
- CEO (Diretor executivo ou diretor geral);
- Advogado;
- Comunicação Social (rádio e TV);
- Comerciante;
- Cirurgião;
- Jornalista;
- Policial;
- Sacerdote Religioso;
- Chefe de Cozinha;
- Burocratas.
PROFISSÕES COM MENOS PSICOPATAS:
- Agente de Saúde;
- Enfermeiro;
- Terapeuta;
- Artesão;
- Esteticista e Cabeleireiro;
- Assistente Social;
- Professor;
- Artista;
- Clínico;
- Contador.
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Será que existe algum psicopata trabalhando neste momento ao seu lado? Um livro lançado nos Estado Unidos tenta jogar luz sobre esse tema e aponta, entre outras coisas, as profissões com maiores índices de psicopatia.
O psicólogo Kevin Dutton, autor do livro "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers" (A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers) afirma que a carreira com mais psicopatas é a de CEO (Diretor executivo ou diretor geral. Às vezes designado pelo estrangeirismo Chief executive officer, ou pela sigla CEO, em inglês). Advogados e comunicadores sociais completam o pódio. Mas a lista de dez mais tem ainda cirurgiões, policiais até os sacerdotes religiosos.
O livro aponta também a lista das profissões com menos psicopatas. Entre elas estão os agentes de saúde, enfermeiros, terapeutas e artistas em geral.
PROFISSÕES COM MAIS PSICOPATAS:
- CEO (Diretor executivo ou diretor geral);
- Advogado;
- Comunicação Social (rádio e TV);
- Comerciante;
- Cirurgião;
- Jornalista;
- Policial;
- Sacerdote Religioso;
- Chefe de Cozinha;
- Burocratas.
PROFISSÕES COM MENOS PSICOPATAS:
- Agente de Saúde;
- Enfermeiro;
- Terapeuta;
- Artesão;
- Esteticista e Cabeleireiro;
- Assistente Social;
- Professor;
- Artista;
- Clínico;
- Contador.
Fonte do texto: http://www.ditopelomaldito.com/2012/11/livro-aponta-as-10-profissoes-com-maior.html
Fonte da imagem: http://www.google.com.br/imgres?sa=G&hl=pt-BR&biw=910&bih=400&tbm=isch&tbnid=GolCSWbrLPcT3M:&imgrefurl=http://peetransito.com/index.php%3Foption%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D143&docid=cVa2huQhhrCkQM&imgurl=http://peetransito.com/images/stories/psicopata.jpg&w=312&h=451&ei=xHElUtyvLIb84AOu9YEQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:2,s:0,i:94&iact=rc&page=1&tbnh=188&tbnw=130&start=0&ndsp=13&tx=75&ty=41
Fonte da imagem: http://www.google.com.br/imgres?sa=G&hl=pt-BR&biw=910&bih=400&tbm=isch&tbnid=GolCSWbrLPcT3M:&imgrefurl=http://peetransito.com/index.php%3Foption%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D143&docid=cVa2huQhhrCkQM&imgurl=http://peetransito.com/images/stories/psicopata.jpg&w=312&h=451&ei=xHElUtyvLIb84AOu9YEQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:2,s:0,i:94&iact=rc&page=1&tbnh=188&tbnw=130&start=0&ndsp=13&tx=75&ty=41
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Por Sedex com carinho!
Simplesmente revoltante!
Monopólio é assim: o serviço vira um desserviço!
Fim do monopólio do Sedex!!!
Monopólio é assim: o serviço vira um desserviço!
Fim do monopólio do Sedex!!!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Livres do Medo: a Certeza da Salvação
(Publicado na revista Vivendo a Fé 26 - "Perseverança dos Crentes", da Editora Pendão Real)
Texto básico: 1João 5.13-15
Texto básico: 1João 5.13-15
Texto central: “Eu escrevo essas coisas a vocês que creem no Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna” (1João 5.13 - NTLH).
Leituras bíblicas diárias:
Seg – João 1.12-14
Ter – João 3.16-18
Qua – João 10.27-28
Qui – Romanos 8.12-17
Sex – Romanos 8.28-30
Sab – Efésios 1.13-14
Dom – 1João 4.17-19
INTRODUÇÃO
Um cristão pode ter a certeza da salvação? Um dia uma antiga colega de trabalho me disse o seguinte: “Eu acho que vocês protestantes são muito arrogantes e orgulhosos, porque vocês se consideram melhores do que os outros, pois acham que já são salvos!”. Assim como ela, tem muita gente que ainda não entendeu a certeza da salvaçãosegundo ensina a Bíblia.
1. O que é a “certeza da salvação”?
Definimos “certeza da salvação” como a convicção de que a pessoa não esteja mais debaixo da ira de Deus (João 3.35-36). É a certeza de ter sido alvo da graça de Deus, mediante a fé em Cristo, por obra do Espírito Santo. Esta graça consiste no fato de, em Cristo, sermos perdoados dos nossos pecados, de termos sido selados com o Espírito Santo para a salvação, de sermos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo, de tal modo que as promessas da Palavra de Deus, que são verdadeiras, já estão se cumprindo e continuarão se cumprindo em nós.
2. A CERTEZA DA SALVAÇÃO E O FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
A Certeza da Salvação depende do fundamento da salvação. E o fundamento da salvação não é a decisão, a capacidade ou a vontade humanas, mas é a pessoa e a obra salvadora do Senhor Jesus Cristo. Pela justificação somos livres da culpa do pecado. Pela santificação, do poder do pecado. Pela certeza da salvação, do medo da condenação! Para ilustrar esta certeza, gostaria de partir de uma parábola:
“Um navio se choca contra um iceberg em meio as águas geladas ao Atlântico norte e começa a afundar. Os náufragos estão perdidos, sem condições de se salvar, e se agarram no que podem, até que surge um barco que começa a atirar boias presas a cordas. Os náufragos que ainda estão vivos se agarram as boias com todas as suas forças, com muita vontade de viver. No entanto, apesar de toda vontade de viver e de toda a força que fizeram, eles não se salvaram, mas foram salvos, pois sua vontade e força seriam completamente inúteis sem alguém para salvá-los”.
A certeza da salvação está ligada ao fundamento da salvação, que é Cristo! Quando Jesus lança a boia e nós a agarramos, mesmo ainda na água sabemos que já estamos salvos, pois estamos sendo resgatados, assim como os outros já foram. É Deus quem opera em nós! É obra de Deus! A certeza da salvação não pode significar a celebração do orgulho humano, mas pelo contrário, é a celebração do amor, da graça e da misericórdia de Deus, de um lado, e a confissão da fraqueza, miséria e necessidade humana, de outro lado.
3) As testemunhas da “certeza da salvação”
Aqueles que creem que Jesus Cristo é o Senhor, aqueles que se submetem ao seu ensino, exemplo e pessoa, buscarão fazer a vontade de Deus e, portanto, serão batizados e professarão a sua fé em Cristo e participarão da comunhão da Igreja de Cristo, inclusive da vida dos sacramentos. A estes, que Deus torna seus filhos e filhas em Cristo, Deus provê o que precisam para ter a certeza da própria salvação. Esta certeza está baseada em alguns testemunhos, como veremos a seguir.
a) A Palavra de Deus. A Bíblia afirma que o único fundamento da salvação é o próprio Deus. Foi Ele quem tomou a iniciativa da salvação. O Pai enviou o Seu Filho para nos salvar (João 3.16). O Filho se entregou por nós, por amor de nós e para a nossa salvação (Gálatas 3.19-21). O Espírito de Santo foi enviado pelo Filho para habitar em nós, sendo ele mesmo tanto o selo quanto o penhor da nossa salvação (2Co 1.21-22; Ef 1.13-14). Aqueles que creem em Cristo, que são perdoados pela graça de Deus, aqueles em quem habita o Espírito Santo, são, de fato, filhos e filhas de Deus. E esta graça, na qual somos chamados eficazmente, justificados pela graça de Deus mediante a fé em Cristo, santificados pelo Espírito Santo da promessa e pela Palavra de Deus, é uma realidade pela graça de Deus! E a Bíblia deixa claro que quem crê no Filho de Deus deve ter a certeza da salvação (1João 5.13).
b) O Espírito Santo. O salvo vive no Espírito, no qual é selado para salvação. O Espírito Santo é o penhor, a garantia, da nossa salvação. Sendo assim, é este mesmo Espírito que testifica aos nossos corações que somos filhos de Deus. O Espírito Santo é testemunha da salvação e nos leva a certeza da salvação. Deus não tem compromisso com a falsa certeza da salvação por parte daqueles que não são salvos (Lucas 18.9-14), mas Ele mesmo produz a certeza da salvação na vida dos seus filhos (Romanos 8.16).
c) As Boas Obras. A nossa salvação não é conquistada por nós ou realizada por causa das nossas boas obras. No entanto, apesar de não serem a causa da salvação, elas são, necessariamente, sua consequência, pois o salvo é “criado em Cristo Jesus para as boas obras” (Ef 2.10). Algumas pessoas ímpias e insensatas fazem afirmações como a seguinte: “ora, se eu tenho a certeza da salvação, então eu tenho o direito de pecar a vontade!”. Grande engano! Os filhos de Deus vivem na graça de Deus no Espírito e o fruto do Espírito é contrário as obras da carne (Gálatas 5.16-26). O Espírito Santo e a Palavra de Deus nos santificam de tal maneira que seremos conduzidos a uma vida de beleza, de amor, de cruz, de boas obras, para a glória de Deus. Estas boas obras são testemunhas da graça de Deus e, portanto, testemunhas da certeza da salvação.
d) Os Sacramentos. Calvino afirma o seguinte sobre o sacramento: “é o sinal externo mediante o qual o Senhor nos sela à consciência as promessas de sua benevolência para conosco, a fim de suster-nos a fraqueza de nossa fé, e nós, de nossa parte, atestamos nossa piedade para com Ele, tanto diante d´Ele, dos anjos, quanto dos homens”[1]. Especificamente sobre o batismo, Calvino afirma: “o batismo não é outra coisa que um sinal ou marca, com o qual confessamos diante dos homens nossa religião... estes não tem presente o principal do batismo, isto é, que devemos recebê-lo com a promessa de que todo o que crer e for batizado será salvo”[2]. Os sacramentos são ordenados por Cristo nas Escrituras e neles Cristo se faz presente na vida do seu povo. Os sacramentos nos sustentam diante da nossa fraqueza, para que possamos ser fortalecidos na fé e nas promessas de Deus, inclusive acerca da salvação realizada em nós pelo nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
4) Quatro posições possíveis em relação a “certeza da salvação”
Há quatro grupos distintos em relação a certeza da salvação. São eles os seguintes:
- Não são salvos, mas acham que são;
- Não são salvos e sabem que não são;
- São salvos, mas acham que não são;
- São salvos e sabem que são.
O primeiro grupo é formado por pessoas que estão enganadas em relação a salvação. Há muitos que não entendem o fundamento da salvação. Acham que a salvação é algo que nós mesmos alcançamos e realizamos, através das nossas obras de justiça, como se a salvação fosse uma obra meramente humana. A Bíblia traz alguns exemplos de pessoas enganadas em relação a própria salvação (veja, por exemplo, o fariseu em Lucas 18.9-14). Precisamos conhecer bem o fundamento da salvação e as testemunhas da salvação, para não nos enganarmos num assunto tão importante!
O segundo grupo é formado pelas pessoas que tem consciência de que Deus é Santo e que elas mesmas são pecadoras, mas não conhecem o Evangelho da graça de Deus. Este grupo tem uma vantagem muito grande em relação ao primeiro: ao menos já entenderam a verdade de que não podemos alcançar a salvação através das nossas boas obras ou de nossa justiça própria (Romanos 3.9-20, 23).
O terceiro grupo é formado por pessoas que sabem que as nossas boas obras e nossa justiça não trazem salvação, sabem que a salvação está apenas em Cristo, mas não creem que seja possível ter a certeza da salvação. Este tipo de doutrina gera uma ansiedade brutal, pois afirma que todo dia e durante todo o dia corremos o risco de ir para o inferno, caso venhamos a morrer num momento de fraqueza! Este tipo de doutrina gera muita ansiedade – o mal do século! Há muitos “líderes” de “igrejas” hoje em dia que se aproveitam deste tipo de ansiedade para se aproveitar da boa fé das pessoas.
O quarto grupo é formado por aqueles que sabem que, apesar de criados a imagem e semelhança de Deus, apesar de serem capazes de fazer boas obras, estas não podem salvá-los, pois “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Mas eles sabem também que Deus, sendo misericordioso, amoroso e fiel, traz sobre nós salvação pela sua graça, mediante a fé em Cristo Jesus. A certeza da salvação não nos leva a entender que sejamos melhores que os outros, mas pelo contrário, nos leva a reconhecer que o próprio Deus é o único justo e justificador (Romanos 3.26). Não somos salvos por sermos bons, mas porque Deus é bom! A certeza da salvação depende da graça de Deus. Assim, a certeza da salvação, quando entendida corretamente, traz ao cristão segurança, não para continuar pecando, mas para viver uma nova vida em Cristo, no poder do Espírito Santo e na luz da Palavra de Deus. A Bíblia traz exemplos desta certeza da salvação (Lucas 19.1-10; Lucas 22.43; Filipenses 4.3; etc.).
CONCLUSÃO
Há quem se engane em relação a própria salvação, mas o engano de uns não pode destruir a convicção bem fundamentada de outros. A certeza da salvação, na perspectiva bíblica, não é doutrina que produz orgulho, mas humildade, justiça, misericórdia e perdão. A certeza da salvação também nos livra do medo da ira de Deus – o que é fundamental em tempos de tantas fobias. É um convite para se aproximar de Deus não por interesse, mas por gratidão e amor, diante de tão grande salvação!
Pais gays são prejudiciais para as crianças?
Abaixo, um artigo escrito por Charles C. W. Cooke e publicado na National Review, que comenta um trabalho científico realizado nos EUA por Mark Regnerus sobre a influência de diversas formações familiares na formação das crianças e adolescentes.
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Em seu novo estudo publicado pela Social Science Journal, Mark Regnerus faz uma pergunta: “Quão diferentes são os adultos criados por pais que possuem relacionamentos homossexuais?” A resposta para isso – tanto na literatura acadêmica quanto no imaginário do público americano – mudou dramaticamente em menos de uma geração. “Quinze anos atrás”, explicou Regnerus em um evento no neutro Institute for American Values, famílias biológicas heterossexuais eram “consideradas reflexivamente como o melhor ambiente para crianças”. Subsequentemente, isso deu lugar para a noção de que não havia “nenhuma diferença significativa” na criação de crianças em arranjos familiares não-tradicionais. Finalmente, sugeriu-se que crianças “podem se sair melhor sendo criadas por um casal gay”.
Ainda que haja pouquíssimas evidências que dão suporte a essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que a ciência já o provou. Talvez a mais famosa dessas declarações é um artigo de 2010, escrito pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que propalou que “baseado estritamente em publicações científicas, pode-se argumentar que duas mulheres criam uma criança melhor do que uma mulher e um homem, ou pelo menos uma mulher e um homem com uma divisão tradicional de papéis familiares”. Esse argumento – de que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais – encontrou seu caminho em nosso diálogo acadêmico, legal e cultural, e raramente é questionado. Daí a declaração da Nona Corte de Apelação: “Crianças educadas por pais gays ou lésbicas podem ser tão saudáveis, bem-sucedidas e bem-ajustadas quanto crianças educadas por pais heterossexuais. Pesquisas que apontam para essa conclusão são indubitavelmente aceitas no campo da psicologia do desenvolvimento.”
O estudo de Regnerus foi desenvolvido para reexaminar essa questão – uma tarefa difícil, para dizer o mínimo – ao expandir a amostragem analisada e aprimorar a metodologia das pesquisas anteriores. O Censo dos EUA, por exemplo, coleta uma porção de informações úteis, mas, por não conter questões sobre orientação sexual, muito de sua contribuição ao assunto deve ser inferido. Da mesma forma, muitos estudos acadêmicos que utilizam a “técnica bola-de-neve” de amostragens pequenas – um processo no qual os sujeitos que participam do estudo recrutam pessoas conhecidas para participarem dele – podem ser confusos. Um desses estudos, abordado no artigo de Regnerus, analisou mulheres que leem jornais e frequentavam livrarias e eventos lésbicos; o problema com essa abordagem popular é que ela restringe a amostragem aos mais educados, ricos e socialmente similares, resultando em uma compreensão limitada. Estudos assim pulularam nos últimos anos.
Em busca de suas respostas, Regnerus entrevistou 15.088 pessoas. Destas, os pesquisadores encontraram 175 pessoas que foram criadas por mães que estavam em um relacionamento lésbico, e 73 pessoas que foram criadas por pais que tiveram relacionamentos gays – ainda assim, um grupo relativamente pequeno.
A primeira coisa que Regnerus descobriu foi que residências gays com crianças são localizadas nas mesmas áreas geográficas que os lares de casais heterossexuais com crianças. Ao contrário do que se pensa, não há concentração real de crianças onde gays vivem em massa. Por exemplo, como há poucas crianças nas residências de San Francisco, há também poucas crianças vivendo com gays em San Francisco. De fato, a Georgia é o estado com mais crianças vivendo com casais do mesmo sexo. Apesar da fama de serem menos amigos dos gays, os estados do Meio-Oeste americano estão bem representados na medição demográfica de casais gays com crianças. E, fazendo jus à tendência geral, casais gays latinos têm mais crianças do que casais gays brancos.
Regnerus descobriu que as crianças do estudo raramente passaram suas infâncias inteiras nas casas de seus pais gays e seus parceiros. Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays. Os números também caem bastante quanto ao tempo decorrido: por exemplo, 57% das crianças passaram mais do que 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Isso é muito interessante, mas tem implicações sérias para o estudo – implicações sobre as quais voltarei a falar depois.
Por último, Mark Regnerus buscou responder se as crianças com pais em relacionamentos homossexuais experimentaram desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos. A resposta, contra o zeitgeist, parece ser um retumbante sim. Crianças com pais em relacionamentos homossexuais possuem baixo desempenho em quase todos os quesitos. Algumas dessas diferenças podem ser relativamente inofensivas – como em que presidente votaram na última eleição, por exemplo –, mas a maioria não é. Um déficit é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana. Índices de prisão, contato com drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.
O que podemos concluir disso? Bom, é aqui que a coisa se complica. Comparar filhos de pais homossexuais com o “padrão-ouro” – ou seja, pais biológicos que permaneceram casados – é problemático. Dado como o estudo foi feito, alguém poderia perguntar justamente se a questão não é tanto a comparação entre criação homossexual e criação heterossexual, mas entre instabilidade e estabilidade na infância. Por definição, qualquer filho de duas pessoas do mesmo sexo sentirá falta de pelo menos um de seus pais biológicos e provavelmente experimentará alguma instabilidade em mudar da díade biológica para qualquer arranjo que a substitua. E, como explicado acima, a maior parte dos sujeitos do estudo passaram apenas alguns anos com pais do mesmo sexo, o que torna provável que seu arranjo familiar mudou mais de uma vez e, assim, resultou em uma infância instável.
Ademais, dado que o estudo é um retrato de um período de tempo que precedeu a legalização do casamento homossexual (em alguns estados), alguém poderia especular que o estigma social teve seu papel nos dados de Regnerus, e que tal estigma terá um efeito menor em pesquisas futuras. De fato, poder-se-ia afirmar que o estudo de Regnerus poderia ser utilizado para justificar o casamento gay no sentido de que desaprovação social a casais gays não-casados gera a própria instabilidade que leva as crianças a passar por experiências negativas: o casamento de parceiros gays leva ao melhoramento da estabilidade familiar e, portanto, é benéfica para as crianças. Considero isso como um passo muito avançado, pois o alto índice de divórcio entre os gays não indica que casais homossexuais serão em breve um modelo de estabilidade –, mas pode merecer alguma reflexão.
O estudo de Regnerus é um sucesso na medida em que responde à questão fundamental se crianças educadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim, e não é preciso uma opinião conservadora para ver que “diferentes” significa, quase sempre, “pior”. É discutível, todavia, se isso é culpa das famílias homossexuais ou da instabilidade. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas intactas sejam positivas. De modo simples, se você quer que seus filhos tenham uma vida melhor, você deveria tê-los dentro de um matrimônio e mantê-lo firme. Mas isso nós todos já sabíamos.
O presente artigo foi escrito por Charles C. W. Cooke, que é editor associado da National Review.
Tradução: Felipe Melo
Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/13151-pais-gays-sao-prejudiciais-para-as-criancas.html
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Ainda que haja pouquíssimas evidências que dão suporte a essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que a ciência já o provou. Talvez a mais famosa dessas declarações é um artigo de 2010, escrito pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que propalou que “baseado estritamente em publicações científicas, pode-se argumentar que duas mulheres criam uma criança melhor do que uma mulher e um homem, ou pelo menos uma mulher e um homem com uma divisão tradicional de papéis familiares”. Esse argumento – de que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais – encontrou seu caminho em nosso diálogo acadêmico, legal e cultural, e raramente é questionado. Daí a declaração da Nona Corte de Apelação: “Crianças educadas por pais gays ou lésbicas podem ser tão saudáveis, bem-sucedidas e bem-ajustadas quanto crianças educadas por pais heterossexuais. Pesquisas que apontam para essa conclusão são indubitavelmente aceitas no campo da psicologia do desenvolvimento.”
O estudo de Regnerus foi desenvolvido para reexaminar essa questão – uma tarefa difícil, para dizer o mínimo – ao expandir a amostragem analisada e aprimorar a metodologia das pesquisas anteriores. O Censo dos EUA, por exemplo, coleta uma porção de informações úteis, mas, por não conter questões sobre orientação sexual, muito de sua contribuição ao assunto deve ser inferido. Da mesma forma, muitos estudos acadêmicos que utilizam a “técnica bola-de-neve” de amostragens pequenas – um processo no qual os sujeitos que participam do estudo recrutam pessoas conhecidas para participarem dele – podem ser confusos. Um desses estudos, abordado no artigo de Regnerus, analisou mulheres que leem jornais e frequentavam livrarias e eventos lésbicos; o problema com essa abordagem popular é que ela restringe a amostragem aos mais educados, ricos e socialmente similares, resultando em uma compreensão limitada. Estudos assim pulularam nos últimos anos.
Em busca de suas respostas, Regnerus entrevistou 15.088 pessoas. Destas, os pesquisadores encontraram 175 pessoas que foram criadas por mães que estavam em um relacionamento lésbico, e 73 pessoas que foram criadas por pais que tiveram relacionamentos gays – ainda assim, um grupo relativamente pequeno.
A primeira coisa que Regnerus descobriu foi que residências gays com crianças são localizadas nas mesmas áreas geográficas que os lares de casais heterossexuais com crianças. Ao contrário do que se pensa, não há concentração real de crianças onde gays vivem em massa. Por exemplo, como há poucas crianças nas residências de San Francisco, há também poucas crianças vivendo com gays em San Francisco. De fato, a Georgia é o estado com mais crianças vivendo com casais do mesmo sexo. Apesar da fama de serem menos amigos dos gays, os estados do Meio-Oeste americano estão bem representados na medição demográfica de casais gays com crianças. E, fazendo jus à tendência geral, casais gays latinos têm mais crianças do que casais gays brancos.
Regnerus descobriu que as crianças do estudo raramente passaram suas infâncias inteiras nas casas de seus pais gays e seus parceiros. Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays. Os números também caem bastante quanto ao tempo decorrido: por exemplo, 57% das crianças passaram mais do que 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Isso é muito interessante, mas tem implicações sérias para o estudo – implicações sobre as quais voltarei a falar depois.
Por último, Mark Regnerus buscou responder se as crianças com pais em relacionamentos homossexuais experimentaram desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos. A resposta, contra o zeitgeist, parece ser um retumbante sim. Crianças com pais em relacionamentos homossexuais possuem baixo desempenho em quase todos os quesitos. Algumas dessas diferenças podem ser relativamente inofensivas – como em que presidente votaram na última eleição, por exemplo –, mas a maioria não é. Um déficit é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana. Índices de prisão, contato com drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.
O que podemos concluir disso? Bom, é aqui que a coisa se complica. Comparar filhos de pais homossexuais com o “padrão-ouro” – ou seja, pais biológicos que permaneceram casados – é problemático. Dado como o estudo foi feito, alguém poderia perguntar justamente se a questão não é tanto a comparação entre criação homossexual e criação heterossexual, mas entre instabilidade e estabilidade na infância. Por definição, qualquer filho de duas pessoas do mesmo sexo sentirá falta de pelo menos um de seus pais biológicos e provavelmente experimentará alguma instabilidade em mudar da díade biológica para qualquer arranjo que a substitua. E, como explicado acima, a maior parte dos sujeitos do estudo passaram apenas alguns anos com pais do mesmo sexo, o que torna provável que seu arranjo familiar mudou mais de uma vez e, assim, resultou em uma infância instável.
Ademais, dado que o estudo é um retrato de um período de tempo que precedeu a legalização do casamento homossexual (em alguns estados), alguém poderia especular que o estigma social teve seu papel nos dados de Regnerus, e que tal estigma terá um efeito menor em pesquisas futuras. De fato, poder-se-ia afirmar que o estudo de Regnerus poderia ser utilizado para justificar o casamento gay no sentido de que desaprovação social a casais gays não-casados gera a própria instabilidade que leva as crianças a passar por experiências negativas: o casamento de parceiros gays leva ao melhoramento da estabilidade familiar e, portanto, é benéfica para as crianças. Considero isso como um passo muito avançado, pois o alto índice de divórcio entre os gays não indica que casais homossexuais serão em breve um modelo de estabilidade –, mas pode merecer alguma reflexão.
O estudo de Regnerus é um sucesso na medida em que responde à questão fundamental se crianças educadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim, e não é preciso uma opinião conservadora para ver que “diferentes” significa, quase sempre, “pior”. É discutível, todavia, se isso é culpa das famílias homossexuais ou da instabilidade. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas intactas sejam positivas. De modo simples, se você quer que seus filhos tenham uma vida melhor, você deveria tê-los dentro de um matrimônio e mantê-lo firme. Mas isso nós todos já sabíamos.
O presente artigo foi escrito por Charles C. W. Cooke, que é editor associado da National Review.
Tradução: Felipe Melo
Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/13151-pais-gays-sao-prejudiciais-para-as-criancas.html
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Salomão, sábio mas insensato
(Reflexão publicada no livro de devocionais "49 Dias de Jejum e Oração - homens").
Texto Bíblico
"Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera" (1Reis 11.9).
Reflexão
"Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera" (1Reis 11.9).
Reflexão
Deus tem prazer em abençoar as pessoas, em derramar boas dádivas sobre o seu povo. Mas apesar dos dons e talentos que Deus nos dá, muitas vezes continuamos com o coração endurecido contra Deus!
Salomão era filho de Davi com Bate-Seba, a que fora mulher de Urias. Desde o nascimento ele foi amado por Deus (2Sm 12.24). Davi, avançado em dias, deu sua aprovação para que Salomão fosse o próximo rei de Israel.
Salomão era filho de Davi com Bate-Seba, a que fora mulher de Urias. Desde o nascimento ele foi amado por Deus (2Sm 12.24). Davi, avançado em dias, deu sua aprovação para que Salomão fosse o próximo rei de Israel.
Depois que assume o reinado, “o SENHOR Deus apareceu num sonho a Salomão e perguntou: — O que você quer que eu lhe dê?” (1Reis 3.5). Salomão responde: “dá-me sabedoria para que eu possa governar o teu povo com justiça e saber a diferença entre o bem e o mal. Se não for assim, como é que eu poderei governar este teu grande povo?” (1Reis 3.9). A resposta agradou ao SENHOR, que deu a Salomão não apenas sabedoria para governar com justiça, mas também o que Salomão não pediu: “durante toda a sua vida, você terá riquezas e honras, mais do que qualquer outro rei. E, se você me obedecer e guardar as minhas leis e os meus mandamentos, como fez Davi, o seu pai, eu lhe darei uma vida longa” (1Reis 3.13-14). Depois que Salomão edificou o Templo em Jerusalém, Deus aparece a ele novamente afirmando: que o destino daquele templo, bem como a confirmação da descendência de Salomão sobre o trono, dependeriam da fidelidade a Deus e aos seus mandamentos de amor (1Reis 9.1-9).
Salomão, cheio de sabedoria dada por Deus, teve um reinado cheio de realizações e conquistas. No entanto, todas as bênçãos, todos os talentos e dons que Deus derramou sobre ele, não o impediram de seguir o caminho da idolatria e da opressão ao povo de Deus: foi influenciado pelas suas muitas mulheres estrangeiras, adoradoras de outros deuses (1Reis 11.4).
A Bíblia nos ensina que não devemos ser ingratos e infiéis, mas ensina que é possível que uma pessoa comece com boas intenções, receba de Deus dons e talentos, inclusive sabedoria, mas no fim tenha um coração endurecido pelo pecado, influenciado por gente que não ama a Deus e a justiça.
Salomão alcançou sabedoria apenas para governar os outros, mas não se preocupou em cultivar a sabedoria para governar a própria vida no grande princípio da sabedoria é o temor do Senhor (Provérbios 1.7).
Perguntas para reflexão
Deus, no seu amor e bondade, tem abençoado a tua vida?
Como você tem respondido ao amor e a bondade de Deus?
Oração final
Pai, obrigado pelo teu amor, tua graça e generosidade. Tem compaixão de nós para que os dons e talentos que o Senhor derrama sobre nós andem lado a lado a uma vida de temor do Senhor. Que possamos olhar para o Teu Filho amado, que é maior e mais sábio que Salomão e nunca se entregou a insensatez, mas veio ao mundo para te servir servindo ao próximo, trazendo amor e salvação, sendo fiel até a morte e morte de cruz. Amém.
sábado, 24 de agosto de 2013
O artista Miguel: Pulando nos sofás!
Fazendo arte!
Ele parece distraído... mas está apenas planejando disfarçadamente!!!
sábado, 17 de agosto de 2013
Muçulmanos incendeiam igreja no Egito
Veja este vídeo!
CRISTÃOS NO EGITO. Desde a deposição de Mohamed Morsi da presidência do Egito no início de julho de 2013, 52 templos cristãos, da Igreja Copta, foram atacados no país, especialmente no interior — 17 desses ataques aconteceram nos últimos três dias, depois do confronto entre o Exército e as forças da Irmandade Muçulmana, que resultaram em centenas de mortos. Foi notícia na imprensa mundial a morte de três manifestantes que protestavam contra a deposição de Morsi no Egito. É lamentável a morte dos muçulmanos partidários de Mohamed Morsi pelo exército egípcio. Mas este crime não justifica a perseguição (muito maior) sofrida pelos cristãos egípcios. O porta-voz dos bispos católicos egípcios, Padre Rafiq Greiche, entrevistado pela Rádio Vaticano, informou que foram destruídas no período 40 "templos" (entre protestantes, católicos romanos e ortodoxos gregos).
CRISTÃOS NO MUNDO. Segundo o sociólogo Massimo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália, mais de 100.000 (cem mil) pessoas foram mortas em 2012 no mundo, por um motivo muito claro: eram cristãos! Curioso é que a imprensa noticia a morte de três muçulmanos mortos pelo confronto entre o exército egípcio e as forças da Irmandade Muçulmana, mas se cala diante da morte de centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo! No Brasil, a chamada "Marcha das Vadias" é notícia com o ajuntamento de poucas centenas de pessoas, mas a perseguição religiosa contra centenas de milhares de cristãos passa despercebida.
CRISTÃOS NO EGITO. Desde a deposição de Mohamed Morsi da presidência do Egito no início de julho de 2013, 52 templos cristãos, da Igreja Copta, foram atacados no país, especialmente no interior — 17 desses ataques aconteceram nos últimos três dias, depois do confronto entre o Exército e as forças da Irmandade Muçulmana, que resultaram em centenas de mortos. Foi notícia na imprensa mundial a morte de três manifestantes que protestavam contra a deposição de Morsi no Egito. É lamentável a morte dos muçulmanos partidários de Mohamed Morsi pelo exército egípcio. Mas este crime não justifica a perseguição (muito maior) sofrida pelos cristãos egípcios. O porta-voz dos bispos católicos egípcios, Padre Rafiq Greiche, entrevistado pela Rádio Vaticano, informou que foram destruídas no período 40 "templos" (entre protestantes, católicos romanos e ortodoxos gregos).
CRISTÃOS NO MUNDO. Segundo o sociólogo Massimo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália, mais de 100.000 (cem mil) pessoas foram mortas em 2012 no mundo, por um motivo muito claro: eram cristãos! Curioso é que a imprensa noticia a morte de três muçulmanos mortos pelo confronto entre o exército egípcio e as forças da Irmandade Muçulmana, mas se cala diante da morte de centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo! No Brasil, a chamada "Marcha das Vadias" é notícia com o ajuntamento de poucas centenas de pessoas, mas a perseguição religiosa contra centenas de milhares de cristãos passa despercebida.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Afirmação de Fé
A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, em sua Assembléia Geral Ordinária no dia 13 de Julho de 2013, nas dependências da 1a IPI de Assis, aprovou a sua Afirmação de Fé. Após a apresentação de um texto que foi alvo da desaprovação dos conciliares, foi nomeada uma comissão com novos integrantes, que apresentou ao concílio o texto aprovado por unanimidade. Eis o texto:
"Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor.
Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos.
Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados.
Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas.
Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas.
Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade, entre todos. Amém".
"Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor.
Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos.
Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados.
Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas.
Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas.
Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade, entre todos. Amém".
terça-feira, 30 de julho de 2013
Revelação e experiência homossexual
O texto abaixo é de autoria de um dos maiores teólogos contemporaneos, o alemão Wolfhart Pannenberg, que foi professor de Teologia Sistemática na Universidade de Munique – Alemanha e diretor do Instituto de Teologia Ecumênica. Este artigo foi publicado em Novembro 1996 na Revista “Christianty Today”. Texto traduzido do Inglês pelo Rev. Frank Arnold.
Fonte: http://www.ipib.org/index.php/indice-de-meditacoes/714-revelacao-e-experiencia-homossexual
Pode o amor chegar ao ponto de ser pecaminoso? A tradição cristã no seu todo ensina que não existe tal coisa como amor invertido e pervertido. Os seres humanos são criados para amor, como criaturas do Deus que é amor. Mas mesmo assim essa característica divina é corrompida sempre quando as pessoas se distanciam de Deus ou então amam outras coisas mais que a Deus.
Jesus disse, “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt 10:37) O amor a Deus tem que ter precedência ao amor aos nosso pais, mesmo que amor aos pais seja ordenado pelo quarto mandamento.
A vontade de Deus – a proclamação de Jesus do senhorio divino sobre nossas vidas - deve ser aquilo que nos guia quanto à nossa identidade e auto-determinação. O significado disto para o comportamento sexual é visto no ensino de Jesus sobre divórcio. Para poder responder à pergunta dos fariseus sobre a admissibilidade do divórcio, Jesus se refere à criação dos seres humanos. Ele vê nisso a expressão dos propósitos de Deus para as suas criaturas. A criação confirma o fato que Deus criou os seres humanos como machos e fêmeas. Deste modo o homem deixa o pai e mãe para se unir à sua esposa tornando-se uma só carne.
Disto Jesus conclui que o permanente e indestrutível vínculo entre marido e esposa é a vontade do Criador para os seres humanos. A comunhão indissolúvel do casamento, no entanto, é alvo da nossa criação como seres sexuais (Mc 10.2-9). Uma vez que este princípio não é limitado ao tempo, a palavra de Jesus é o alicerce e o critério para todos os pronunciamentos cristãos sobre sexualidade, não apenas o casamento em particular, mas a nossa identidade como criaturas sexuais. De acordo com os ensinos de Jesus, a sexualidade humana como machos e fêmeas têm como propósito a comunhão indissolúvel do casamento. Este modelo pauta o ensino cristão sobre todas as áreas do comportamento sexual.
A perspectiva de Jesus, de maneira geral, corresponde à tradição judaica, embora a ênfase no caráter indissolúvel do casamento vá além da provisão para o divórcio contida na lei judaica (Dt 24.1) Entre os judeus havia uma convicção comum que homens e mulheres nas suas identidades sexuais são direcionados para a comunhão do casamento. Isto também explica a avaliação do Antigo Testamento sobre todo comportamento sexual que extrapole este princípio como a fornicação, o adultério e relações homossexuais.
As avaliações bíblicas da prática homossexual são rejeitadas sem ambiguidade e todas as suas colocações sobre este assunto, sem exceção, concordam. O Código de Santidade em Levítico afirma incontestavelmente: “Com homem não se deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). Levítico 20 inclui comportamento homossexual entre os crimes que merecem a pena de morte (Lv 20.13). É significativo que o mesmo se aplica ao adultério (v.10). Quanto a estas questões, o judaísmo sempre se viu distinto das demais nações.
O mesmo caráter distinto determinou as afirmações sobre homossexualismo no Novo Testamento em contraste com a cultura helenista que não considerava ofensivo tais relacionamentos. Na epístola aos Romanos, Paulo incluiu o comportamento homossexual como uma das consequências da rejeição a Deus (1.27). Em I Coríntios a pratica homossexual está na mesma condição da fornicação, adultério, ganância, embriaguez e roubo como atos que excluem da participação no Reino de Deus (6.9ss). Paulo afirma que os cristãos, através do batismo, foram libertos destas práticas destrutivas.
O Novo Testamento não contém sequer uma passagem que pudesse indicar uma avaliação mais positiva da atividade homossexual contrabalançando estas afirmações paulinas. Assim todo testemunho bíblico inclui, sem exceção, a prática de homossexualidade entre o tipo de comportamento que expressa claramente a condição humana que se volta contra Deus. Este resultado exegético não deixa muita margem quanto à maneira de ver a homossexualidade para qualquer igreja que afirma estar sob a autoridade das Escrituras.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre este assunto simplesmente representam o corolário negativo à visão bíblica positiva sobre o propósito divino na criação dos homens e mulheres quanto à sua sexualidade. Os textos negativos quanto ao comportamento homossexual não são simplesmente opiniões periféricas que poderiam ser negligenciadas sem comprometimento da mensagem cristã como um todo.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre homossexualidade não podem ser relativizadas como se fossem expressões culturais as quais hoje poderiam ser consideradas simplesmente como antiquadas. As testemunhas bíblicas desde os primórdios se opuseram às pressões do seu ambiente cultural em nome da fé no Deus de Israel, o qual na própria criação estabeleceu homens e mulheres por uma identidade particular.
Defensores contemporâneos de uma mudança na visão da igreja quanto à prática homossexual comumente enfatizam que as afirmações bíblicas não possuíam o conhecimento da importância da moderna da antropologia. Dizem ainda que estas novas evidências sugerem que a homossexualidade deveria ser vista como parte integrante da identidade psicossomática de homossexuais, completamente anterior a qualquer expressão sexual. (Para deixar claro, é melhor falar aqui da inclinação homossexual como algo distinto da prática de homossexual). Tais fenômenos não são limitados às pessoas que praticam homossexualidade.
Inclinação, no entanto, não tem que ditar a prática. Uma das características dos seres humanos é que os nossos impulsos sexuais não se restringem a um só tipo de comportamento, elas permeiam nosso comportamento em todas as áreas da vida. Isto, é claro, inclui os relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. No entanto, precisamente porque motivações eróticas permeiam todos os aspectos do comportamento humano, nos deparamos com a responsabilidade de integrá-los na totalidade da nossa vida e conduta.
A mera existência de inclinações homoafetivas não leva necessariamente às práticas homossexuais. Ao contrário, essas inclinações poderiam ser integradas em uma vida na qual elas podem ser subordinadas ao relacionamento com o sexo oposto onde a atividade sexual não deveria ser o centro que determina as prioridades da vida e vocação. Como tem apontado corretamente o sociólogo Helmut Schelsky, uma das realizações primárias do casamento como instituição é a inclusão da sexualidade no propósito de tarefas e objetivos ulteriores.
A realidade das inclinações homoafetivas, no entanto, não necessita ser negada e nem pode ser condenada. A questão, portanto, é como lidar com as inclinações dentro da tarefa humana de dirigir responsavelmente seu comportamento. Este é o problema principal, e é aqui que devemos lidar com a conclusão de que a prática homossexual é um distanciamento da norma para o comportamento sexual dado aos homens a às mulheres como filhos de Deus. Para a igreja isto é o caso não apenas para a atividade homossexual mas também para qualquer outra atividade que não esteja dentro do objetivo do casamento entre um homem e uma mulher – em específico, o adultério.
A igreja se depara com o fato que, nesta área da vida como em todas as outras, o distanciamento dos princípios não é exceção, mas comum e difundido. A igreja deveria enfrentar todos eles com tolerância e entendimento, e, ao mesmo tempo, chamando ao arrependimento. Ela não pode abrir mão da distinção entre a norma e o comportamento que dela se distancia.
Aqui está o limite para uma igreja cristã que se entende como subordinada à autoridade da Escritura. Os que tentam conduzir a igreja à mudanças da norma do seu ensino nesta área, deveriam saber que estão promovendo divisões. Se uma igreja for levada ao ponto de não considerar a atividade homossexual como afastamento do princípio bíblico e reconhecer uniões homossexuais como parcerias equivalentes ao casamento, tal igreja não estaria mais fundamentada na Bíblia, e sim contra o testemunho inequívoco das Escrituras. Uma igreja que toma este passo deixaria de ser a única, santa, católica e apostólica igreja.
Fonte: http://www.ipib.org/index.php/indice-de-meditacoes/714-revelacao-e-experiencia-homossexual
Pode o amor chegar ao ponto de ser pecaminoso? A tradição cristã no seu todo ensina que não existe tal coisa como amor invertido e pervertido. Os seres humanos são criados para amor, como criaturas do Deus que é amor. Mas mesmo assim essa característica divina é corrompida sempre quando as pessoas se distanciam de Deus ou então amam outras coisas mais que a Deus.
Jesus disse, “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt 10:37) O amor a Deus tem que ter precedência ao amor aos nosso pais, mesmo que amor aos pais seja ordenado pelo quarto mandamento.
A vontade de Deus – a proclamação de Jesus do senhorio divino sobre nossas vidas - deve ser aquilo que nos guia quanto à nossa identidade e auto-determinação. O significado disto para o comportamento sexual é visto no ensino de Jesus sobre divórcio. Para poder responder à pergunta dos fariseus sobre a admissibilidade do divórcio, Jesus se refere à criação dos seres humanos. Ele vê nisso a expressão dos propósitos de Deus para as suas criaturas. A criação confirma o fato que Deus criou os seres humanos como machos e fêmeas. Deste modo o homem deixa o pai e mãe para se unir à sua esposa tornando-se uma só carne.
Disto Jesus conclui que o permanente e indestrutível vínculo entre marido e esposa é a vontade do Criador para os seres humanos. A comunhão indissolúvel do casamento, no entanto, é alvo da nossa criação como seres sexuais (Mc 10.2-9). Uma vez que este princípio não é limitado ao tempo, a palavra de Jesus é o alicerce e o critério para todos os pronunciamentos cristãos sobre sexualidade, não apenas o casamento em particular, mas a nossa identidade como criaturas sexuais. De acordo com os ensinos de Jesus, a sexualidade humana como machos e fêmeas têm como propósito a comunhão indissolúvel do casamento. Este modelo pauta o ensino cristão sobre todas as áreas do comportamento sexual.
A perspectiva de Jesus, de maneira geral, corresponde à tradição judaica, embora a ênfase no caráter indissolúvel do casamento vá além da provisão para o divórcio contida na lei judaica (Dt 24.1) Entre os judeus havia uma convicção comum que homens e mulheres nas suas identidades sexuais são direcionados para a comunhão do casamento. Isto também explica a avaliação do Antigo Testamento sobre todo comportamento sexual que extrapole este princípio como a fornicação, o adultério e relações homossexuais.
As avaliações bíblicas da prática homossexual são rejeitadas sem ambiguidade e todas as suas colocações sobre este assunto, sem exceção, concordam. O Código de Santidade em Levítico afirma incontestavelmente: “Com homem não se deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). Levítico 20 inclui comportamento homossexual entre os crimes que merecem a pena de morte (Lv 20.13). É significativo que o mesmo se aplica ao adultério (v.10). Quanto a estas questões, o judaísmo sempre se viu distinto das demais nações.
O mesmo caráter distinto determinou as afirmações sobre homossexualismo no Novo Testamento em contraste com a cultura helenista que não considerava ofensivo tais relacionamentos. Na epístola aos Romanos, Paulo incluiu o comportamento homossexual como uma das consequências da rejeição a Deus (1.27). Em I Coríntios a pratica homossexual está na mesma condição da fornicação, adultério, ganância, embriaguez e roubo como atos que excluem da participação no Reino de Deus (6.9ss). Paulo afirma que os cristãos, através do batismo, foram libertos destas práticas destrutivas.
O Novo Testamento não contém sequer uma passagem que pudesse indicar uma avaliação mais positiva da atividade homossexual contrabalançando estas afirmações paulinas. Assim todo testemunho bíblico inclui, sem exceção, a prática de homossexualidade entre o tipo de comportamento que expressa claramente a condição humana que se volta contra Deus. Este resultado exegético não deixa muita margem quanto à maneira de ver a homossexualidade para qualquer igreja que afirma estar sob a autoridade das Escrituras.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre este assunto simplesmente representam o corolário negativo à visão bíblica positiva sobre o propósito divino na criação dos homens e mulheres quanto à sua sexualidade. Os textos negativos quanto ao comportamento homossexual não são simplesmente opiniões periféricas que poderiam ser negligenciadas sem comprometimento da mensagem cristã como um todo.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre homossexualidade não podem ser relativizadas como se fossem expressões culturais as quais hoje poderiam ser consideradas simplesmente como antiquadas. As testemunhas bíblicas desde os primórdios se opuseram às pressões do seu ambiente cultural em nome da fé no Deus de Israel, o qual na própria criação estabeleceu homens e mulheres por uma identidade particular.
Defensores contemporâneos de uma mudança na visão da igreja quanto à prática homossexual comumente enfatizam que as afirmações bíblicas não possuíam o conhecimento da importância da moderna da antropologia. Dizem ainda que estas novas evidências sugerem que a homossexualidade deveria ser vista como parte integrante da identidade psicossomática de homossexuais, completamente anterior a qualquer expressão sexual. (Para deixar claro, é melhor falar aqui da inclinação homossexual como algo distinto da prática de homossexual). Tais fenômenos não são limitados às pessoas que praticam homossexualidade.
Inclinação, no entanto, não tem que ditar a prática. Uma das características dos seres humanos é que os nossos impulsos sexuais não se restringem a um só tipo de comportamento, elas permeiam nosso comportamento em todas as áreas da vida. Isto, é claro, inclui os relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. No entanto, precisamente porque motivações eróticas permeiam todos os aspectos do comportamento humano, nos deparamos com a responsabilidade de integrá-los na totalidade da nossa vida e conduta.
A mera existência de inclinações homoafetivas não leva necessariamente às práticas homossexuais. Ao contrário, essas inclinações poderiam ser integradas em uma vida na qual elas podem ser subordinadas ao relacionamento com o sexo oposto onde a atividade sexual não deveria ser o centro que determina as prioridades da vida e vocação. Como tem apontado corretamente o sociólogo Helmut Schelsky, uma das realizações primárias do casamento como instituição é a inclusão da sexualidade no propósito de tarefas e objetivos ulteriores.
A realidade das inclinações homoafetivas, no entanto, não necessita ser negada e nem pode ser condenada. A questão, portanto, é como lidar com as inclinações dentro da tarefa humana de dirigir responsavelmente seu comportamento. Este é o problema principal, e é aqui que devemos lidar com a conclusão de que a prática homossexual é um distanciamento da norma para o comportamento sexual dado aos homens a às mulheres como filhos de Deus. Para a igreja isto é o caso não apenas para a atividade homossexual mas também para qualquer outra atividade que não esteja dentro do objetivo do casamento entre um homem e uma mulher – em específico, o adultério.
A igreja se depara com o fato que, nesta área da vida como em todas as outras, o distanciamento dos princípios não é exceção, mas comum e difundido. A igreja deveria enfrentar todos eles com tolerância e entendimento, e, ao mesmo tempo, chamando ao arrependimento. Ela não pode abrir mão da distinção entre a norma e o comportamento que dela se distancia.
Aqui está o limite para uma igreja cristã que se entende como subordinada à autoridade da Escritura. Os que tentam conduzir a igreja à mudanças da norma do seu ensino nesta área, deveriam saber que estão promovendo divisões. Se uma igreja for levada ao ponto de não considerar a atividade homossexual como afastamento do princípio bíblico e reconhecer uniões homossexuais como parcerias equivalentes ao casamento, tal igreja não estaria mais fundamentada na Bíblia, e sim contra o testemunho inequívoco das Escrituras. Uma igreja que toma este passo deixaria de ser a única, santa, católica e apostólica igreja.
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